Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.035,17
    -2.221,19 (-1,98%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.592,91
    +282,64 (+0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,66
    -1,87 (-2,94%)
     
  • OURO

    1.733,00
    -42,40 (-2,39%)
     
  • BTC-USD

    47.227,38
    +1.007,03 (+2,18%)
     
  • CMC Crypto 200

    912,88
    -20,25 (-2,17%)
     
  • S&P500

    3.811,15
    -18,19 (-0,48%)
     
  • DOW JONES

    30.932,37
    -469,64 (-1,50%)
     
  • FTSE

    6.483,43
    -168,53 (-2,53%)
     
  • HANG SENG

    28.980,21
    -1.093,96 (-3,64%)
     
  • NIKKEI

    28.966,01
    -1.202,26 (-3,99%)
     
  • NASDAQ

    12.905,75
    +74,00 (+0,58%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7577
    +0,0188 (+0,28%)
     

Opep+ mantém política de produção; preços do petróleo avançam para máxima de 1 ano

Rania El Gamal e Alex Lawler e Ahmad Ghaddar
·2 minuto de leitura

Por Rania El Gamal e Alex Lawler e Ahmad Ghaddar

LONDRES (Reuters) - A Opep+ decidiu, em reunião nesta quarta-feira, manter sua política de produção de petróleo, sinalizando que os países produtores estão satisfeitos com o fato de que seus grandes cortes de oferta estão contribuindo para a redução dos estoques da commodity, mesmo diante de uma perspectiva incerta de recuperação na demanda em meio à pandemia.

O Comitê Ministerial de Monitoramento da Opep+ se reuniu virtualmente, declarando-se "otimista com um ano de recuperação em 2021", segundo um comunicado divulgado após o encontro.

O petróleo engatou um rali após as mínimas históricas registradas no ano passado, quando a pandemia afetou a demanda, graças aos cortes recordes de produção realizados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados, que formam a Opep+. O grupo está começando a se desfazer das restrições de oferta.

"Embora os estoques estejam diminuindo rapidamente, o mercado está precificando uma distribuição tranquila das vacinas, e isso pode ser algo prematuro", disse Amrita Sen, cofundador da Energy Aspects.

O painel da Opep+ não fez menção a qualquer mudança na política, que indica que a maioria dos membros deve manter o bombeamento estável em fevereiro, enquanto a maior exportadora da commodity, a Arábia Saudita, promove um corte voluntário de 1 milhão de barris por dia neste mês e no próximo.

"Embora as perspectivas econômicas e a demanda por petróleo permaneçam incertas nos próximos meses, a distribuição gradual de vacinas em todo o mundo é um fator positivo para o resto do ano, impulsionando a economia global e a demanda por petróleo", disse o comunicado publicado após a reunião.

Um documento visto pela Reuters na terça-feira mostrou que a Opep espera que os cortes de produção mantenham o mercado em um déficit ao longo de 2021, embora o grupo tenha revisado para baixo sua previsão para o ritmo da recuperação da demanda por petróleo neste ano.

Os preços do petróleo ampliaram ganhos após o final da reunião. O petróleo Brent subia 1,36 dólar, ou 2,37%, a 58,82 dólares por barril, às 14:10 (horário de Brasília), operando nos maiores níveis desde fevereiro de 2020.

(Reportagem adicional de Olesya Astakhova e VZhdannikov)