Mercado fechará em 4 h 20 min
  • BOVESPA

    103.979,53
    +1.755,27 (+1,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.492,52
    -1.132,48 (-2,24%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,44
    +4,29 (+6,29%)
     
  • OURO

    1.784,40
    -1,10 (-0,06%)
     
  • BTC-USD

    57.082,31
    +2.639,43 (+4,85%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.429,72
    +0,79 (+0,06%)
     
  • S&P500

    4.642,32
    +47,70 (+1,04%)
     
  • DOW JONES

    35.075,29
    +175,95 (+0,50%)
     
  • FTSE

    7.157,35
    +113,32 (+1,61%)
     
  • HANG SENG

    23.852,24
    -228,28 (-0,95%)
     
  • NIKKEI

    28.283,92
    -467,70 (-1,63%)
     
  • NASDAQ

    16.252,25
    +201,25 (+1,25%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3020
    -0,0465 (-0,73%)
     

Opep+ mais uma vez não cumpre metas de produção em setembro

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- A Opep e aliados mais uma vez não conseguiram bombear petróleo suficiente para cumprir as metas de produção, o que agrava o déficit de oferta justo quando as economias se recuperam da pandemia de coronavírus.

Most Read from Bloomberg

A Opep+ reduziu a produção em 15% mais do que o planejado em setembro comparado com 16% em agosto e 9% em julho, segundo delegados com conhecimento do assunto.

Isso reflete a incapacidade de alguns membros - incluindo Angola, Nigéria e Azerbaijão - de aumentar a produção para os volumes acordados devido à falta de investimento, exploração e outras questões. Em teoria, a Opep+ poderia ter bombeado 747 mil barris extras por dia em setembro e ainda assim permanecer dentro do limite de produção acertado.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados, que incluem a Rússia, estão sob pressão de grandes consumidores para acelerar o ritmo de aumento da oferta. Esses pedidos se intensificaram com o agravamento da crise de energia na Europa, o que elevou os preços a níveis recordes.

O barril do Brent atingiu o nível mais alto desde outubro de 2014 com a migração de alguns produtores de energia para o petróleo, em paralelo com a recuperação global. A demanda asiática por petróleo dos Estados Unidos também está crescendo, já que a crise de energia aumenta os preços de outros tipos da commodity cotados em relação ao Brent, referência global.

A última pressão veio do primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, que na segunda-feira pediu aos produtores que elevem a produção diante da recente valorização das cotações. Ele acrescentou que seu governo tem observado as tendências de preços no mercado para avaliar o impacto nas indústrias nacionais.

Se os preços não mudarem de direção, a próxima reunião da Opep+ em 4 de novembro poderá ocorrer sob maior pressão política de consumidores.

A reunião também coincidirá com as negociações climáticas da COP26 em Glasgow. Com líderes mundiais reunidos para conseguir promessas mais ambiciosas de governos e empresas globais para evitar uma catástrofe climática, a atenção sobre o grupo de produtores será ainda maior.

Most Read from Bloomberg Businessweek

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos