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OPEP+ decide aumentar ligeiramente sua produção em fevereiro e março

·2 minuto de leitura
Um carro passa em frente à sede da OPEP em Viena, em 6 de março de 2020

Os membros da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus sócios acordaram nesta terça-feira (5) um leve aumento de sua produção de petróleo em fevereiro e março, às custas da Rússia e do Cazaquistão.

O volume retirado voluntariamente do mercado pela aliança Opep+ passará de 7,2 milhões de barris diários (mbd) em janeiro para 7,125 mbd em fevereiro e 7,05 mbd em março, anunciou o cartel após a primeira reunião ministerial de 2021, fazendo um apelo à "prudência" contra a crise de saúde.

Mas, para não provocar um excesso de oferta enquanto a recuperação da demanda for frágil e incerta, a Arábia Saudita decidiu fixar sua própria cota durante este período em um milhão de barris por dia, destacou o ministro saudita da Energia, Abdelaziz bin Salman, durante coletiva de imprensa.

Os 23 membros da Opep+ alcançaram finalmente um compromisso após uma série de reuniões durante dois dias por videoconferência devido à pandemia.

Duas abordagens se enfrentaram: a saudita, que previa manter os cortes atuais como estão, e a iniciativa russa de injetar até 500.000 barris diários no mercado a partir do próximo mês, como havia sido decidido em dezembro com relação a janeiro.

Após forte alta do preço do petróleo cru desde o anúncio das primeiras vacinas contra o coronavírus, de mais de 30% em novembro e dezembro, o clube de produtores segue alerta.

O comunicado menciona o "aumento das infecções, o retorno das medidas rígidas de confinamento e as crescentes incertezas".

- Sustentar os preços -

O objetivo da Opep+, cuja frequência de reuniões tem se acelerado por causa da crise de saúde, é antes de tudo ajustar mês a mês a oferta de petróleo, tentando dar sustentação aos preços.

O ciclo anterior de reuniões, entre 30 de novembro e 3 de dezembro, abriu caminho para um retorno progressivo de 2 milhões de barris por dia ao mercado nos próximos meses.

Essa estratégia resultou em um primeiro limite de 500.000 barris adicionais por dia em janeiro e uma promessa de encontros regulares dos treze membros da Opep, liderados pela Arábia Saudita, e seus dez aliados, encabeçados pela Rússia, para decidir o volume de produção para o mês seguinte.

Seu esforço de redução, difícil para as finanças dos 20 países obrigados (Irã, Venezuela e Líbia são isentos), deu resultados no ano passado freando a queda vertiginosa dos preços do petróleo, até atingir um ponto negativo para a referência americana em abril, a primeira na história.

Os contratos de referência do petróleo, listados em Nova York e Londres e muito sensíveis às decisões da aliança, reagiram nesta terça-feira e às 18h30 GMT (15h30 no horário de Brasília) registaram uma forte alta de mais de 5%, para mais de 50 dólares o barril, o nível mais alto em dez meses.

bp/anb/es/eg/mvv/aa/age/ic/mvv