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Opep+ avalia plano de produção em momento de controle do mercado

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A reunião mensal de ministros da Opep+ marca um período de controle da coalizão do mercado de petróleo.

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A commodity é negociada pouco abaixo de US$ 80 o barril em Londres, na maior cotação em quase três anos, e a política de produção do cartel será o principal fator de influência para os preços nos próximos meses, segundo a trading Vitol.

A Arábia Saudita está em posição confortável, com produção próxima aos níveis pré-pandemia, as maiores receitas de petróleo desde 2018 e membros da coalizão unidos sob o plano de repor coletivamente 400 mil barris por dia de produção ociosa a cada mês. O governo de Washington também está satisfeito com o ritmo de aumento da oferta, segundo uma autoridade dos EUA que pediu para não ser identificada.

A expectativa é de que a Opep+ mantenha o plano de produção, disse Amrita Sen, analista-chefe de petróleo e cofundadora da consultoria Energy Aspects. Desde que os preços fiquem entre US$ 70 e US$ 80 o barril, “a urgência de agir além do acordo atual é limitada”.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados realizam a videoconferência de segunda-feira em uma situação notavelmente estável após mais de um ano de turbulência. Conflitos internos provocados pela pandemia - da guerra de preços entre Rússia e Arábia Saudita a disputas entre aliados do Golfo sobre cotas de produção - parecem eventos distantes.

Se há uma ameaça ao delicado equilíbrio alcançado pela Opep+ é a possibilidade de contágio de crises externas. A escassez de gás natural, que elevou os preços do combustível ao equivalente a US$ 190 o barril, estimula a busca por derivados de petróleo usados para aquecimento e manufatura, impulsionando a demanda total.

A produção de petróleo dos EUA ainda se recupera do furacão Ida, que afetou a produção de quase 35 milhões de barris depois da passagem pelo Golfo do México há um mês, o equivalente a aproximadamente dois meses inteiros de aumento de oferta da Opep+.

A ansiedade entre grandes consumidores de petróleo é palpável, pois o aumento dos preços de commodities como energia, alimentos e metais ameaça causar pressões inflacionárias que complicam a política monetária atual.

Em conversas com sauditas nos últimos dias, os EUA deixaram claro que querem que a Opep+ permaneça atenta a mudanças no equilíbrio entre oferta e demanda, particularmente qualquer contágio da crise de gás natural, disse a autoridade do governo americano. Os governos de Riade e Washington concordaram em manter contato próximo e monitorar o mercado, afirmou a fonte.

“A Arábia Saudita está muito, muito interessada em reduzir a volatilidade, tanto no lado positivo quanto no negativo”, disse Sen, da Energy Aspects. “Essa é a chave. Se os preços dispararem de repente, eles reagirão muito rapidamente.”

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