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Open banking ainda não começou, mas pré-cadastro sim; entenda como fazer

·2 min de leitura
Getty Images
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  • Bancos começam a fazer pré-cadastro do open banking

  • Sistema entra em vigor em 15 de julho

  • Clientes poderão compartilhar dados e movimentação bancária com instituições financeiras

Bancos já começaram a enviar aos clientes algo como um pré-cadastro para a fase dois do open banking (ou sistema financeiro aberto). Santander e Banco do Brasil são exemplos, assim como o Itaú de instituições financeiras que já pedem a permissão para compartilhar as informações e movimentações bancárias pessoais entre bancos autorizados pelo Banco Central. As informações são da Exame Invest.

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No entanto, os bancos afirmam que esse pré-cadastro, feito menos de um mês antes o sistema começar a valer no país, em 15 de julho.

No cadastro oficial, será necessário que as instituições sejam claras ao informar quais dados serão compartilhados e por quanto tempo essas informações poderão ser usadas. 

Segundo o Banco do Brasil, esse pré-cadastro serve apenas como manifestação de interesse em compartilhar informações, além de "aproximar o tema do cliente e fazer um sensoriamento sobre o interesse do cliente no tema, para retroalimentar estratégias de negócios e abordagens".

Início pra valer

O pedido de consentimento terá a primeira etapa no aplicativo e depois o cliente precisará fazer o login no app do banco escolhido para consentir o compartilhamento de dados. Isso acontecerá em 15 de julho, mas apenas 0,1% das instituições financeiras poderão participar nesse momento.

Somente em 2 de agosto, o uso do sistema será expandido para outros bancos, mas eles poderão enviar esse pedido apenas para 0,5% da base de clientes.

Em dezembro começa a fase 4 e, assim, terá início consentimento de compartilhamento de informações sobre investimentos, produtos de previdência e seguros. 

Benefícios

Com essa permissão para compartilhar dados, haverá mais competição entre os bancos, já que outras instituições podem ofertar produtos e serviços para quem usa os serviços de outros lugares, segundo o Banco Central. Isso pode resultar em melhores condições e até em tarifas mais baixas. 

Além disso, o sistema promete trazer uma experiência melhor e personalizada, já que os bancos conhecem o comportamento financeiros de quem abriu as informações. 

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