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Open banking: 2ª fase começa neste 13 de agosto; o que muda?

·2 min de leitura
Etapa inclui compartilhamento de dados sobre empréstimos, cartões e transações contratadas. Foto: Getty Images.
Etapa inclui compartilhamento de dados sobre empréstimos, cartões e transações contratadas. Foto: Getty Images.
  • Etapa inclui compartilhamento de dados sobre empréstimos, cartões e transações contratadas

  • A terceira fase do open banking deve começar no dia 30 de agosto

  • Adiamento se deve porque bancos participantes ainda estavam registrando suas APIs

O Banco Central (BC) adiou para o próximo dia 13 o lançamento da segunda fase do open banking. A partir da data, os clientes já vão poder pedir aos bancos participantes o acesso aos seus dados cadastrais, além de informações sobre empréstimos, cartões e transações contratadas.

O adiamento se deu porque as instituições participantes do open banking ainda estavam em fase de finalização dos testes para obtenção das certificações necessárias para o registro de suas APIs — conjunto de protocolos que permite que um sistema se conecte com outro para consumir dados. É a partir desses mecanismos que vai funcionar o open banking.

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Nas fases 3 e 4 do open banking, será feito o compartilhamento de dados como de transações de pagamento, encaminhamento de operações de crédito, câmbio, seguros e previdência. A proposta do formato open banking é ajustar as demandas dos clientes à oferta de produtos bancários a custos reduzidos e de maneira ágil. A terceira fase está prevista para o dia 30 de agosto e nela os clientes poderão solicitar empréstimos fora do aplicativo do banco.

A última etapa do open banking está prevista para acontecer em dezembro. Segundo a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), a implementação do open banking vai incentivar inovação e aumentar ofertas de produtos mais ajustados às expectativas dos usuários.

O que é open banking?

Nesse modelo inovador de “sistema bancário aberto”, o cliente poderá mudar de instituição financeira sem aquela burocracia chata e sem perder o histórico que construiu com a anterior.

O Open Banking, apesar do termo, tem uma ideia simples: é como um cadastro universal com seus dados, que vão de score de crédito, faturas pagas, empréstimos e por aí vai.

Dessa forma, a comunicação entre as instituições será padronizada, criando uma maior competição entre elas, além de complementar seus serviços.

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