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Opas está ajudando Cuba na aprovação de suas vacinas anticovid

·2 minuto de leitura
Criança recebe dose da vacina cubana Soberana Plus, em 24 de agosto de 2021, em Havana (AFP/ADALBERTO ROQUE)

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) disse nesta quarta-feira (6) que está oferecendo assistência a Cuba nos trâmites para obter a aprovação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para suas vacinas anticovid-19.

"Estamos apoiando Cuba para que participe no processo de pré-qualificação da OMS", afirmou, em coletiva de imprensa, o médico sanitarista brasileiro Jarbas Barbosa, vice-diretor-geral da Opas.

"Já tivemos uma reunião com a equipe da OMS e os produtores da vacina. E vamos ter outras reuniões, porque o nosso interesse é que todas as vacinas [contra covid-19] possam participar no processo da OMS para receber a autorização de uso emergencial", disse.

Barbosa explicou que apenas os imunizantes com aval da OMS podem ser adquiridos pelo fundo rotativo da Opas, que oferece vacinas consideradas eficazes e seguras a preços acessíveis a todos os países-membros.

"Convidamos todos os produtores de vacinas do mundo a participarem do processo, pois assim teremos mais vacinas disponíveis", frisou.

Cuba anunciou em setembro o início de intercâmbios com especialistas da OMS para o reconhecimento das vacinas anticovid produzidas pela farmacêutica estatal BioCubaFarma.

As vacinas Soberana 01, Soberana 02, Soberana Plus e Abdala da BioCubaFarma apareciam como interessadas para serem avaliadas pela OMS em 29 de setembro, data da última atualização da Opas sobre o trâmite de pré-qualificação de imunizantes na OMS.

Segundo esse documento, as quatro vacinas se baseiam em uma proteína do vírus Sars-CoV-2, combinada quimicamente com meningococo B, toxoide tetânico ou alumínio.

Até o momento, a OMS autorizou as vacinas Pfizer/BioNTech, AstraZeneca/Oxford, Johnson & Johnson, Moderna, Sinopharm e Sinovac. Outros imunizantes continuam sob análise da OMS, entre eles o russo Sputnik V, o francês Sanofi e o americano Novavax.

Por sua vez, as vacinas anticovid cubanas já receberam o sinal verde das agências reguladoras nacionais de Venezuela, Vietnã, Irã e Nicarágua.

Ao ser questionado sobe essas aprovações, Barbosa ressaltou que são decisões soberanas dos países e não quis fazer comentários sobre a eficácia das vacinas que não concluíram o processo de pré-qualificação da OMS.

"Não é que possam ser ruins ou boas, mas nós simplesmente não podemos falar sobre o que nossos colegas em Genebra ainda não revisaram de maneira cuidadosa", finalizou.

ad/rsr/rpr/mvv

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