Mercado fechado
  • BOVESPA

    125.052,78
    -1.093,88 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.268,45
    +27,94 (+0,06%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,17
    +0,26 (+0,36%)
     
  • OURO

    1.802,10
    -3,30 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    33.874,81
    +1.655,16 (+5,14%)
     
  • CMC Crypto 200

    786,33
    -7,40 (-0,93%)
     
  • S&P500

    4.411,79
    +44,31 (+1,01%)
     
  • DOW JONES

    35.061,55
    +238,20 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,86 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.091,25
    +162,75 (+1,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1216
    +0,0014 (+0,02%)
     

ONU pede doações de US$ 1,4 bilhão para ajudar migrantes venezuelanos

·2 minuto de leitura
Migrantes venezuelanos em Cúcuta, Colômbia, em 2 de fevereiro

A ONU propôs nesta quinta-feira (17) um fundo de 1,4 bilhão de dólares, mais que o dobro dos recursos mobilizados no ano passado, para atender ao êxodo da Venezuela, durante uma conferência com doadores da qual participa a Colômbia, país que mais recebe migrantes venezuelanos.

A meta multiplica os US$ 659 milhões que foram mobilizados em 2020 para enfrentar uma das maiores crises migratórias do mundo, que envolve cerca de 5,6 milhões de pessoas que fugiram da Venezuela.

“Em 2021 o Plano de Resposta para Migrantes e Refugiados requer 1,4 bilhão de dólares”, detalhou o Representante Especial das Nações Unidas para os Refugiados e Migrantes Venezuelanos, Eduardo Stein.

"O impacto da pandemia nos países anfitriões foi muito severo (...) as necessidades cresceram exponencialmente", acrescentou.

O enviado levantou uma arrecadação maior de ajuda durante a Segunda Conferência Internacional de Doadores em Solidariedade com refugiados e migrantes venezuelanos, que começou virtualmente nesta quinta-feira.

Dirigida este ano pelo Canadá, a conferência busca arrecadar fundos para atender 3,3 milhões de migrantes em "necessidade crítica de assistência" após fugirem da profunda crise econômica e social no país do petróleo, de acordo com a ONU.

“Este desafio migratório precisa de recursos, desembolsos”, disse o presidente colombiano Iván Duque.

Sem relações diplomáticas, Colômbia e Venezuela compartilham uma fronteira de cerca de 2.200 quilômetros. 1,8 milhão de venezuelanos chegaram ao território colombiano, a maioria deles em processo de regularização.

Duque insistiu que o êxodo venezuelano não recebeu o apoio de outras crises migratórias e lançou um novo "chamado à ação".

O Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), Filippo Grandi, saudou o plano do governo colombiano como "uma medida corajosa e sem precedentes" e exortou outros países receptores, como Peru e Equador a fazerem o mesmo.

Durante o evento, no qual não foi feito nenhum anúncio sobre os compromissos assumidos pelos países doadores, também interveio o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, que garantiu que "os venezuelanos enfrentam crescente discriminação e xenofobia" e que a "covid-19 tem agravado esta situação".

A América Latina, onde permanece a maioria dos migrantes venezuelanos, foi duramente atingida pela pandemia do coronavírus, que já causou mais de 1,2 milhão de mortes e infectou 35 milhões de pessoas na região, onde a vacinação avança em ritmo mais lento.

jss/vel/dga/ap/mvv

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos