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ONU denuncia violações ao embargo sobre a venda de armas na Líbia

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Veículos da "Brigada de Tríopoli", fiéis ao Governo da União Nacional, na capital da Líbia, 10 de julho de 2020
Veículos da "Brigada de Tríopoli", fiéis ao Governo da União Nacional, na capital da Líbia, 10 de julho de 2020

O embargo à venda de armas imposto à Líbia desde 2011 está sendo quebrado, disse a emissária interina da ONU no país africano, Stephanie Williams, em uma sessão do Conselho de Segurança nesta quarta-feira. 

Desde o último relatório de 8 de julho, "cerca de 70 aviões pousaram em aeroportos orientais em apoio" ao exército do marechal Khalifa Haftar, o homem forte naquela parte da Líbia, afirmou Williams. 

"Foram enviados cerca de trinta voos de reabastecimento a aeroportos do oeste da Líbia em apoio ao GNA (Governo da União Nacional)", sediado em Trípoli e reconhecido pela ONU.

"Cerca de nove cargueiros atracaram em portos ocidentais em apoio ao GNA, enquanto três navios chegaram para apoiar" as tropas sob o comando de Haftar, acrescentou Williams, sem dar detalhes sobre o conteúdo desses navios. 

"Apoiadores estrangeiros estão fortalecendo suas capacidades nas principais bases aéreas da Líbia no leste e oeste", apontou, denunciando um ataque à soberania da Líbia "e uma violação flagrante" do embargo de armas da ONU. 

A missão da ONU na Líbia, cujo mandato deverá ser renovado em meados de setembro, "continua a receber informações sobre uma presença maciça de mercenários e agentes estrangeiros, o que complica (...) as possibilidades de uma solução futura" para o conflito, lamentou. 

A Líbia vive imersa num caos desde a queda do líder Muammar Gaddafi em 2011. 

As duas potências rivais que disputam o comando contam com ajuda militar de outros países: GNA, da Turquia, e Haftar, da Rússia, Egito e Emirados Árabes Unidos. 

prh/la/gma/llu/cc