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OnlyFans volta atrás e decide permitir conteúdo sexual explícito na plataforma

·2 minuto de leitura

A polêmica do OnlyFans agora parece ter chegado a um resultado positivo para todos os envolvidos com o site. Após as reclamações dos usuários, a plataforma retrocedeu e disse que vai liberar conteúdo pornográfico novamente.

Uma nova política, prevista para vigorar a partir de 1º de outubro, proibiria materiais sexualmente explícitos, o que poderia causar um baque tanto para o OnlyFans quanto para seus utilizadores. Mas, no seu perfil oficial do Twitter, a rede social disse ter obtido as "garantias necessárias" para apoiar a comunidade e manter tudo como está hoje.

Assim, a rede deve continuar na sua campanha de atrair outros tipos de criadores de conteúdo, mas sem abrir mão do público cativo que ajudou no crescimento da rede.

Ameaças de banimento

Para justificar a exclusão do conteúdo sexual, o CEO da companhia, Tim Stokely, comentou ontem que o culpado pela mudança nos termos do site seria a pressão dos bancos. Os investidores do mercado financeiro disseram que rejeitariam participação no OnlyFans devido ao “risco à reputação” em razão do viés sexual, o que poderia fazer com que o serviço perdesse as funções de pagamentos.

O site foi criado originalmente para rivalizar com o Patreon e permitir apoio financeiro a criadores de conteúdo, mas acabou se expandindo para abrigar fotos, vídeos e outros tipos de conteúdos relacionados ao universo sexual e erótico. Várias estrelas do mundo pornô têm conta por lá e comercializam materiais exclusivos, como podcasts e vlogs.

A OFTV é uma versão menos picante do Onlyfans (Imagem: Captura de tela/Canaltech)
A OFTV é uma versão menos picante do Onlyfans (Imagem: Captura de tela/Canaltech)

Essa mudança de paradigma começou a ser estudada após a Play Store e a App Store negarem a entrada do aplicativo nas lojas em razão do conteúdo de cunho sexual. Isso fez com que a companhia criasse uma versão "light" do app, sem materiais pornográficos, chamado OFTV, para conseguir a aprovação do Google e da Apple.

Fonte: Canaltech

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