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Onda de compras da China eleva ganhos de exportação de tradings

Isis Almeida
·2 minutos de leitura

(Bloomberg) -- As maiores tradings globais de commodities agrícolas registram os maiores ganhos dos últimos anos com a exportação de vários tipos de produtos, como soja, milho e trigo a partir de portos dos Estados Unidos. E principalmente graças à China.

O país asiático embarcou em uma onda de compras com a aquisição de quantidades recordes de milho dos EUA. No início da temporada, a China registra os maiores compromissos de importação de soja para esta época do ano em quase três décadas. A pressa para garantir espaço de carregamento - quando um importante terminal da Costa do Golfo da Archer-Daniels-Midland está fora de operação - aumenta as margens de exportação.

Grandes ganhos são uma mudança de sorte para o setor, que havia se acostumado a margens estreitas e exportações menores em meio à guerra comercial do presidente Donald Trump com a China, o maior comprador mundial de soja.

Por enquanto, a China promete cumprir seus compromissos sob o acordo comercial de primeira fase, por isso a ADM espera exportações recordes de produtos agrícolas dos EUA no quarto trimestre, o que ajuda a aumentar os ganhos de sua tradicional unidade de serviços agrícolas, que enfrentava dificuldade há anos.

“As grandes exportações de milho e soja, das quais metade ou mais são para a China, juntamente com o terminal de exportação da ADM sendo fechado para reparos até o início de 2021, combinaram para empurrar as margens de elevação do Golfo para perto dos níveis mais altos nos últimos cinco anos”, disse Thomas Meierotto, gestor de risco de commodities da RJ O’Brien & Associates, corretora com sede em Chicago.

Os lucros com exportações são, em alguns casos, maiores do que em 2016, quando os EUA embarcaram um recorde de 36 milhões de toneladas de soja para a China. Isso porque o país asiático também está comprando muito milho, que disputa espaço nos terminais do país. A China também conta com mais soja dos EUA porque o grão está em falta no Brasil, e com o milho americano, porque a Ucrânia deve registrar colheita menor nesta temporada.

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