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OMS publica relatório sobre o uso da inteligência artificial na área da saúde

·1 minuto de leitura

No último dia 28, a OMS (Organização Mundial de Saúde), publicou um relatório sobre o uso da inteligência artificial na área da saúde. Ao longo de 165 páginas, o documento traz um resumo sobre as medidas em tópicos que falam sobre a proteção da autonomia humana, segurança, bem-estar e interesse público, transparência, responsabilidade e sustentabilidade.

O documento traz notícias boas sobre o uso de IA na saúde, mas também alguns pontos negativos. Entre os argumentos positivos estão o uso da tecnologia no diagnóstico, como em exames por imagem e radiologia. A OMS diz que por se tratar de algo novo, isso ainda não faz parte da rotina de consultórios e hospitais, mas que passará a fazer em breve.

<em>Imagem: Reprodução/Elements/twenty20photos</em>
Imagem: Reprodução/Elements/twenty20photos

A expectativa da OMS é que a inteligência artificial seja benéfica para diversos quesitos da área de saúde, não só para obter diagnósticos mais precisos como também para manter os registros dos pacientes, o que pode ajudar no diagnóstico precoce de doenças que podem ser fatais no futuro. Através do aprendizado de máquina, médicos e clínicas conseguirão prever a propagação de doenças e até evitar o surgimento de epidemias nos próximos anos.

Já em relação às más notícias, a OMS acredita que as leis atuais de regulamentação não são suficientes para proteger os pacientes, mesmo que haja transparência. Há a preocupação ainda de que a inteligência artificial seja usada para o tratamento de idosos com sistemas automatizados e desumanos, por exemplo, além de possíveis conflitos de opiniões que possam acontecer entre humanos e máquinas.

O relatório completo (em inglês) está disponível neste link.

Fonte: Canaltech

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