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OMS procura especialistas em novos patógenos

·2 minuto de leitura
Imagem fornecida pela OMS mostra o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) abriu nesta sexta-feira (20) uma chamada para candidatura de especialistas que possam assessorá-la no caso de surgimento de novos patógenos causadores de pandemias e também em estudos sobre a origem do covid-19.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou em julho a criação de um grupo consultivo permanente sobre as origens de novos patógenos, denominado Sago, que terá 25 membros.

Este tipo de estrutura "não tem apenas importância técnica, mas também geopolítica", disse à AFP a especialista americana Maria Van Kerkhove, diretora da equipe técnica da OMS para a covid-19.

Em nota, a organização indica que "um número crescente de patógenos de alto risco apareceu e reapareceu nos últimos anos", como SARS-CoV, MERS-CoV, Ebola ou SARS-CoV-2.

Para a OMS, é necessário detectá-los rapidamente e mitigar seu impacto, "mas também realizar processos sólidos e sistemáticos para estabelecer estudos de emergência" sobre os agentes e seu modo de transmissão.

Diante dos países membros da entidade, Tedros garantiu nesta quinta-feira que o Sago tratará não só da próxima fase de estudos sobre a origem do SARS-CoV-2, vírus responsável pela covid-19, mas também de todos os patógenos futuros.

Van Kerkhove também reiterou que não é o novo grupo de especialistas que realizará eventuais novas missões na China sobre o coronavírus.

Os especialistas, no entanto, terão que publicar "uma avaliação independente sobre o progresso dos estudos e resultados científicos e técnicos no mundo sobre o SARS-CoV-2", acrescentou.

Devem também assessorar a OMS na próxima fase do estudo sobre as origens da covid, questão que opõe Estados Unidos e China.

Uma equipe de especialistas internacionais enviada pela OMS a Wuhan em janeiro de 2021 para realizar a "primeira fase" de seu estudo sobre a origem do vírus já escreveu um relatório conjunto com especialistas chineses.

Este estudo considera que a transmissão do vírus do morcego ao ser humano por meio de um terceiro animal é a versão mais plausível. Os especialistas consideram "extremamente improvável" que o vírus tenha surgido em laboratório.

Essa última hipótese, defendida por Washington em um contexto de rivalidade com Pequim, foi retomada nos últimos meses pela OMS, que no dia 12 de agosto pediu a todos os países, principalmente a China, que publicassem "todos os dados sobre o vírus".

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