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OMS deve antecipar envio de 3 milhões de doses de vacinas para o Brasil

Fidel Forato
·2 minuto de leitura

Liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e com o objetivo de distribuir de forma mais igualitária vacinas contra a COVID-19 pelo globo, o Consórcio Covax Facility deve antecipar o envio de três minhões de doses do imunizante Covishield (vacina de Oxford/AstraZeneca) para o Brasil até o final deste mês. Estas doses foram fabricadas na Coreia do Sul.

A antecipação do lote de vacinas contra a COVID-19 foi divulgada pelo governador Wellington Dias, que representa o Fórum Nacional de Governadores. Conforme divulgou a Folha de S. Paulo, a previsão de chegada deste carregamento de imunizantes é para o dia 23 de março.

OMS deve adiantar o envio de três milhões de doses da vacina de Oxford para o Brasil (Imagem: Hakan Nural/Unsplash)
OMS deve adiantar o envio de três milhões de doses da vacina de Oxford para o Brasil (Imagem: Hakan Nural/Unsplash)

De acordo com o governador, a decisão foi tomada em uma reunião da aliança Gavi com a OMS, na última quinta-feira (11). Além deste envio, Dias comenta que foi feita uma "promessa igual para abril e maio", ou seja, o Brasil poderá contar com nove milhões de doses da Covishield para os próximos meses. Esse volume extra de vacinas deve acelerar a vacinação nacional contra o vírus.

Iniciativa da OMS para a distribuição de vacinas

Vale lembrar que o consórcio Covax Facility é formado por governos de todo o mundo, além de farmacêuticas e fabricantes de vacinas, que buscam melhorar a distribuição dos imunizantes contra a pandemia da COVID-19. Entre os objetivos da iniciativa, o principal é levar imunizantes para países mais pobres ou em desenvolvimento.

Com o aumento drástico de casos da COVID-19 no Brasil, governadores e o Ministério da Saúde têm feito apelos internacionais para que haja um esforço mundial no envio de imunizantes contra o coronavírus para o país. Por enquanto, estas doses poderiam acelerar a imunização de brasileiros enquanto a produção local, do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), não consegue atender toda a demanda do país.

Fonte: Canaltech

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