Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.101,99
    +1.088,52 (+1,01%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.508,35
    -314,88 (-0,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,29
    -0,61 (-0,70%)
     
  • OURO

    1.838,70
    -3,90 (-0,21%)
     
  • BTC-USD

    40.749,98
    -976,33 (-2,34%)
     
  • CMC Crypto 200

    992,43
    -2,83 (-0,28%)
     
  • S&P500

    4.482,73
    -50,03 (-1,10%)
     
  • DOW JONES

    34.715,39
    -313,26 (-0,89%)
     
  • FTSE

    7.585,01
    -4,65 (-0,06%)
     
  • HANG SENG

    24.952,35
    +824,50 (+3,42%)
     
  • NIKKEI

    27.772,93
    +305,70 (+1,11%)
     
  • NASDAQ

    14.734,50
    -106,50 (-0,72%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1301
    -0,0373 (-0,60%)
     

OMS considera um erro qualificar variante ômicron de 'leve'

·2 min de leitura
Nesta foto de 20 de dezembro de 2021, o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, concede coletiva de imprensa na sede da OMS em Genebra (AFP/Fabrice COFFRINI)

A variante ômicron do coronavírus está matando pessoas ao redor do mundo e, por isso, não deveria ser qualificada como "leve", afirmou nesta quinta-feira (6) a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, lembrou que o alto número de casos provocados pela ômicron, mais contagiosa do que a variante anterior, delta, tem pressionado os hospitais.

"Embora a ômicron pareça menos grave em comparação com a delta, especialmente para as pessoas vacinadas, não significa que deva ser classificada como leve", disse o diretor da OMS em coletiva de imprensa.

"Assim como as variantes anteriores, a ômicron causa hospitalizações e está matando pessoas", insistiu, acrescentando que o aumento exponencial dos contágios "está sobrecarregando os sistemas de saúde em todo o mundo".

Na semana passada, foram notificados à OMS cerca de 9,5 milhões de novos contágios pela covid-19, um recorde. A cifra aumentou 71% em relação à semana anterior.

No entanto, o diretor da OMS lembra que a cifra real provavelmente é superior.

Ele também aproveitou seu primeiro discurso de 2022 para criticar a forma como os países ricos monopolizaram as doses de vacinas disponíveis no ano passado, afirmando que criou-se um caldo de cultura perfeito para o aparecimento de variantes do vírus.

É "muito pouco provável que a ômicron seja a última variante de que se ouve falar, não será a última variante preocupante", alertou, por sua vez, a diretora técnica encarregada da covid-19 na OMS, Maria Van Kerkhove.

Neste sentido, Tedros instou o mundo a distribuir as doses de vacina de forma mais justa em 2022.

O objetivo da OMS era que todos os países tivessem 10% da sua população vacinada até o fim de setembro de 2021 e 40% até o fim de dezembro.

Dos 194 Estados-membros da OMS, 92 não alcançaram a meta fixada e, de fato, 36 deles nem sequer tinham vacinado 10% de sua população, em grande parte devido à impossibilidade de acesso às doses.

"A desigualdade no acesso às vacinas mata pessoas e postos de trabalho e socava a recuperação econômica mundial", insistiu o chefe da OMS.

"Uma dose de reforço atrás da outra em um pequeno número de países não acabará com uma pandemia enquanto bilhões continuam completamente desprotegidos", denunciou.

rjm/rl/sag/mis/mvv

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos