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OMS alerta: é improvável que coronavírus seja eliminado do planeta

Fidel Forato
·3 minuto de leitura

Nesta sexta-feira (10), a Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que a COVID-19 não será erradicada. Isso significa que os países precisarão entrar em ação, de forma rápida e enérgica, a cada novo foco da infecção que surgir. O posicionamento coincide com uma série de declarações da organização sobre o avanço da pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) nas últimas semanas.

"Nesta altura, é pouco provável que consigamos eliminar ou erradicar o coronavírus", alerta o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, em coletiva de imprensa sobre a pandemia da COVID-19. Isso porque, mesmo no caso de um país ou região controlar a transmissão desse agente infeccioso, como algumas regiões já fizeram, sempre haverá a constante ameaça de casos importados.

OMS não aposta na erradicação da COVID-19, pelo menos não agora (Imagem: reprodução/ Unsplash)
OMS não aposta na erradicação da COVID-19, pelo menos não agora (Imagem: reprodução/ Unsplash)

"Enquanto o vírus estiver presente, há risco de transmissão", afirma Ryan. É nesse contexto que a OMS orienta os países a concentrarem suas energias e recursos nos pequenos focos do novo coronavírus, principalmente entre as nações que já alcançaram o pico da pandemia. A ideia é que, dessa forma, consigam impedir uma segunda onda de transmissão e, consequentemente, mais mortes.

"É como em um incêndio", explica o diretor de emergências da OMS com essa metáfora para a COVID-19. “Nós precisamos detectar as pequenas chamas, as pequenas faíscas [para apagá-lo]”, completa sobre a necessidade de união de forças para o combate ao coronavírus.

União contra a COVID-19

Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, será necessário um maior engajamento da sociedade, em geral, para a doença respiratória ser controlada. "Precisamos de liderança, participação comunitária e solidariedade coletiva", afirma o diretor-geral da OMS.

"Nas últimas 6 semanas, os casos mais que dobraram", explica Tedros sobre a situação geral dos países no combate ao coronavírus. "Ainda há muito trabalho a ser feito", completa o diretor-geral sobre o desafio que a pandemia ainda impõe para o globo.

Pandemia do novo coronavírus não está próxima ao fim (Imagem: reprodução/ Worldometer)
Pandemia do novo coronavírus não está próxima ao fim (Imagem: reprodução/ Worldometer)

De acordo com os dados da plataforma Worldometer, mais de 12,5 milhões de pessoas já foram contaminadas pelo novo coronavírus, sendo que cerca de 559 mil morreram em decorrência pela infecção respiratória. Por outro lado, pelo menos 7,3 milhões já se recuperaram, mas o número de casos ativos é o que ainda preocupa as autoridades de saúde e pode promover novos surtos, potencialmente, preocupantes. Entre os países, Estados Unidos, Brasil, Índia, Rússia e Peru lideram, em ordem decrescente, os casos da doença.

Fonte: Canaltech

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