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Ômicron causa queda nas ações de companhias aéreas e de cruzeiros

·2 min de leitura
Investidores reagiram aos relatos de caos em viagens enviando para baixo as ações das companhias aéreas (Roberto Schmidt/Getty Images)
Investidores reagiram aos relatos de caos em viagens enviando para baixo as ações das companhias aéreas (Roberto Schmidt/Getty Images)
  • Ômicron afetou logística e ações de diversas companhias

  • Ações de empresas aéreas caíram entre 0,5% e 0,9%

  • Operadoras de cruzeiro registraram surtos de COVID-19

O aumento contínuo de casos de variantes da Ômicron resultou em grandes cancelamentos de voos e interrupções nas linhas de cruzeiros, colocando as ações das empresas de viagens sob forte pressão - principalmente por isso também ter acontecido no fim de semana do feriado de Natal. Afinal, mais de 1.000 voos dentro ou fora dos EUA foram cancelados em um único dia, de acordo com dados de rastreamento do Flight Aware. Como dito, não foi somente as empresas aéreas que tiveram seus trabalhos comprometidos, as operadoras de cruzeiros também sofreram duros golpes.

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Impacto direto

As companhias aéreas estão enfrentando a escassez de pessoal relacionada ao COVID, bem como as interrupções típicas do clima. A United Airlines cancelou pelo menos 93 voos, ou cerca de 4% de sua lista diária, dizendo que a a Ômicron “teve um impacto direto em nossas tripulações de voo e nas pessoas que dirigem nossas operações”. A American Airlines cancelou 82 voos, enquanto a Delta Air Lines cancelou 77 e a JetBlue cancelou 66. Como resultado, as ações da United, American, Delta e JetBlue chegaram a registrar queda entre 0,5% e 0,9%.

Problemas na água

As operadoras de cruzeiros também diminuíram na última segunda-feira (27), com o pico da variante renovando as preocupações sobre o risco à saúde dos passageiros e aumentando o escrutínio de autoridades federais. Norwegian Cruise Line Holdings caiu quase 3%, enquanto Royal Caribbean Cruises afundou cerca de 2% e Carnival Corp caiu cerca de 1,5%. E mais, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos confirmaram que estão investigando cerca de 70 navios de cruzeiro sobre possíveis exposições ao COVID-19.

Os navios de cruzeiro operados pela Carnival e Royal Caribbean foram afetados por surtos de COVID-19 nos últimos dias, relatou o Miami Herald. A Carnival confirmou que isolou um pequeno grupo de passageiros em seu transatlântico “Freedom” que testou positivo para o vírus. “Estamos trabalhando em estreita colaboração com o CDC e as autoridades de saúde locais em todos os portos e destinos que visitamos”, disse a Carnival em um comunicado.

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