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Omar Aziz ironiza silêncio de empresário na CPI da Covid ao questionar sobre morte de Getúlio Vargas; vídeo

·1 minuto de leitura

RIO — A CPI da Covid desta quinta-feira vem sendo marcada pelo silêncio por parte do diretor institucional da Precisa Medicamentos, Danilo Trento — direito que lhe foi garantido por decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). A atitude do empresário irritou os senadores. A falta de respostas para as perguntas do relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL), fez com que o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), ironizasse a situação perguntando se o depoente teve participação na morte de Getúlio Vargas, em 1954.

— Senhor Danilo Trento, eu tenho uma informação. A história diz que o ex-presidente Getúlio Vargas teria se matado. O senhor participou desse evento, da morte dele? — ironizou Omar.

Neste momento, Trento puxou o microfone e respondeu que não. Então, o presidente da CPI afirmou que vai entender que, toda vez em que ficar em silêncio, isso significará um "sim".

Danilo Trento é investigado por ter uma suposta relação com Francisco Maximiano, sócio-administrador da Precisa Medicamentos, que é representante no Brasil da Bharat Biontech, fabricante da vacina Covaxin. A investigação apura ainda o grau de envolvimento comercial do empresário com o suposto dono da FIB Bank, Marcos Tolentino, que o depoente confirmou conhecer há 15 anos. A FIB Bank foi a empresa escolhida pela Precisa para oferecer garantia no contrato de compra da vacina.

Durante a oitiva de hoje, diante das seguidas recusas em falar, a CPI decidiu quebrar os sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático dele e do irmão, Gustavo Berndt Trento. Nos momentos em que preferiu responder as perguntas, ele negou ser o dono da Precisa e ter participado da negociação da Covaxin, mas foi vago sobre o papel que desempenhava na empresa.

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