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Olimpíadas: Quem é Fernando Scheffer, medalhista de bronze do Brasil na natação

·1 minuto de leitura

Foi ainda garoto, em seu começo na natação, que Fernando Scheffer ganhou o apelido que o acompanharia pelos anos seguintes: Monet. É uma referência ao pintor Claude Monet, mas que teve origem em uma tremenda confusão. Magro e de pernas e braços compridos, ele era comparado ao quadro Abaporu. Nesta segunda-feira, ele deixa os apelidos de lado para comemorar a medalha de bronze nos 200 m livre, em Tóquio.

— Só queria colocar na água tudo o que eu treinei e nadar feliz. Cada braçada, aproveitando cada metro. É uma sensação muito especial. Estou sonhando ainda — afirmou.

Só que a obra é da brasileira Tarsila do Amaral e não do francês. Já nas piscinas, não tem erro. Scheffer é um sucesso. Desde cedo apontado como uma das principais revelações da natação nacional, o gaúcho de Canoas, que começou no esporte para não ficar sozinho em casa.

Fez parte do revezamento 4x200m livre ouro no Mundial de piscinas curtas, em 2018, e ainda faturou dois ouros no Pan de Lima-2019. Antes de Tóquio, porém, amargou uma decepção olímpica na Rio-2016: escapou por 80 centésimos do índice para competir no Brasil. Levantou a cabeça e voltou a treinar.

Não foram poucas as vezes em que Scheffer foi confundido com Xuxa, o nadador, por ter nome parecido com Fernando Scherer, bronze nos 50 m nas Olimpíadas de Atlanta-1996.

Curiosamente, esta olimpíada em que Xuxa ganhou medalha foi a última vez em que o Brasil foi ao pódio nos 200 m livre. Gustavo Borges conquistou a prata. Agora, Scheffer pode sentar na mesa dos medalhistas olímpicos com ele.

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