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Olimpíada: conheça os oponentes de Beatriz Ferreira e Hebert Conceição nas finais de boxe

·2 minuto de leitura

Pela primeira vez, o boxe brasileiro estará em duas finais olímpicas. E a presença será composta por dois baianos:Hebert Conceição e Beatriz Ferreira. Representando o peso-médio masculino (até 75kg), ele avançou à final, após vencer o russo Gleb Sergejewitsch Bakschi; Bia, do peso-leve feminino (até 60kg), também levou a melhor contra finlandesa Mira Porkonen.

A Campanha de Tóquio-2020 já igualou a de Londres-2012, com três medalhas – além dos dois, Abner Teixeira conquistou o Bronze.

Conforme ambos declararam logo após descer do ringue, agora, o foco está no topo do pódio, no ouro, a “Medalha Mãe”, como diz Bia. Hebert irá enfrentar Oleksandr Khyzhniak, da Ucrânia, na madrugada de sexta-feira para sábado, às 2h45. Bia vai encarar a irlandesa Kellie Harrington, na madrugada de sábado para domingo, às 2h.

Conheça um pouco mais dos rivais dos brasileiros.

Kellie Harrington

A chegada de Kellie Harrington na final, consequentemente, a garantia de uma medalha de prata, é uma boa surpresa à Irlanda, já que a pugilista só foi confirmada como integrante do Comitê Irlandês em junho deste ano.

De Portland Row, no nordeste de Dublin, Kellie, de 31 anos, chamou atenção em 2016, quando foi prata no Mundial de Boxe, em Astana. No ano seguinte, conquistou a prata no Campeonato da União Europeia. Em 2018, novamente no Mundial, desta vez em Nova Deli, levou a medalha de ouro.

Os últimos dois anos foram complicados para a irlandesa. Em 2019, às vésperas de uma luta contra a finlandesa Mira Potkonen – a mesma que Bia venceu na semi – lesionou o pulso e teve que se ausentar pelo resto do ano da agenda de torneios.

Prestes a retornar ao circuito no começo de 2020, a Covid-19 se espalhou pelo globo. Com a pandemia, voltou para os ringues apenas em fevereiro deste ano.

"É fantástico. Medalha de prata olímpica. Isso é o que as pessoas sonham... Eu tive um coração partido. Eu sei o que é falhar e sei como é difícil se recompor. É por isso que sou quem eu sou, e porque estou aqui hoje, porque não tenho medo do fracasso”, declarou ela, ao se classificar para a final.

Oleksandr Khyzhniak

O ucraniano é um nome conhecido no circuito. Com 26 anos recém-completos, fez aniversário no último dia 3, Oleksandr ganhou sua primeira medalha aos 17 anos, no Mundial da Juventude, quando levou ouro.

De lá para cá, colecionou alguns outros títulos: em 2015, nos Jogos Europeus, dois anos depois, levou dois ouros: no Campeonato Europeu e no Mundial. Em 2019, nos Jogos Europeus novamente, conquistou outro topo do pódio.

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