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De olho em futuras eleições, TSE quer testes com votação online ainda este ano

Ramon de Souza
·2 minutos de leitura

As eleições municipais do Brasil em 2020 vão ocorrer na segunda quinzena de novembro, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já está de olho no futuro. O órgão anunciou que pretende testar, de forma paralela e com candidatos fictícios, um sistema de votação online para eventuais implementações nos pleitos dos próximos anos — para isso, foi publicado um chamamento público para empresas de tecnologia que queiram firmar uma parceria.

Os fornecedores interessados precisam se manifestar entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro, tendo a chance de demonstrar, no primeiro turno dos pleitos “reais” deste ano, um sistema que seja seguro, auditável e capaz de identificar o usuário. O projeto está sendo chamado de “Eleições do Futuro” e tem como objetivo simplificar e agilizar o processo eleitoral, facilitando o exercício democrático a partir da comodidade da residência do cidadão.

Além disso, segundo o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, o projeto pode gerar uma economia aos cofres públicos dispensando a reposição e manutenção das urnas eletrônicas. “Mesmo que, em um primeiro momento, os eleitores continuem a ter que comparecer às seções eleitorais, para a proteção do sigilo, só a economia de centenas de milhões de reais com a substituição de urnas já representa um grande ganho”, afirma.

Obviamente, nem tudo são flores. Embora elogie a iniciativa, o coordenador-geral da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), Marcelo Weick, ressalta que será necessário tomar cuidado com questões de acessibilidade, levando em consideração que uma parcela razoável da população brasileira ainda não tem acesso a tecnologias que são consideradas comuns.

“O primeiro obstáculo é o acesso à internet. Temos uma rede razoável no Brasil, mas muita dificuldade de acesso. Não é todo mundo que acessa internet com qualidade, também. Nem todo mundo tem smartphone. São obstáculos”, explica o especialista. Para maior controle, a simulação será feita, a priori, em três cidades: Curitiba, Valparaíso de Goiás (GO) e São Paulo.

Fonte: Canaltech

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