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De olho em Brasília, Doria diz ter “chance zero” de disputar reeleição em SP

Colaboradores Yahoo Notícias
·2 minuto de leitura
Sao Paulo's Governor Joao Doria flashes the victory sign as he and former Brazilian President (1995-2003) Fernando Henrique Cardoso take part in an event in defence of life and to promote the importance of the vaccine against the novel coronavirus COVID-19, at Bandeirantes Palace in Sao Paulo, Brazil, on January 25, 2021. (Photo by Nelson ALMEIDA / AFP) (Photo by NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), descarta disputar a reeleição ao Palácio dos Bandeirantes em 2022. O tucano trava uma rivalidade com Jair Bolsonaro (sem partido) durante a pandemia de coronavírus, principalmente no decorrer da campanha de vacinação.

Segundo a revista Época, Doria tem afirmado que “de maneira alguma” será candidato a governador. Ele diz que abriria mão de concorrer ao Planalto se percebesse que não é o melhor nome para bater Bolsonaro, porém sem convencer muito seus interlocutores.

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Ele tem mantido o discurso de que não precisa necessariamente ser o candidato da centro-direita para presidente em 2022. A candidatura, entretanto, é seu plano A.

Na última quarta-feira (10), Doria declarou que o PSDB é oposição ao governo “negacionista” e “incompetente” de Bolsonaro e que fez questão de deixar isso claro no jantar de ontem com o presidente do DEM, Antônio Carlos Magalhães Neto.

"A pauta principal e primordial que me ative nesse jantar foi a decisão do PSDB de ser um partido de oposição do governo Jair Bolsonaro. Um governo negacionista, fracionista, extremista e incompetente de Jair Bolsonaro", destacou.

"Como governador, eu validei essa posição previamente com o FHC [Fernando Henrique Cardoso], presidente de honra do PSDB. E fiz a defesa dessa posição: o PSDB não pode ser um partido vacilante, tem que ser um partido de decisões e posições claras, um partido com lado, e ao lado do povo, da população. E não ao lado do governo errático de Jair Bolsonaro", acrescentou.

Doria aproveitou ainda para alfinetar o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), que articulou o apoio de parlamentares tucanos a Arthur Lira (PP-AL), favorito de Bolsonaro, na disputa pela presidência da Câmara.

"Portanto, a partir de agora, o PSDB é um partido de oposição ao governo Bolsonaro. Por decisão dos seus líderes, por decisão do preside de honra do FHC, e por uma circunstância politica onde não faz o menor sentido o Partido da Social Democracia Brasileira ser condescendente, aderente, adesista ao presidente Jair Bolsonaro. Isso já nos custou votos na eleição da Câmara, onde alguns deputados do PSDB, liderados por Aecio, votaram no candidato de Bolsonaro, Arthur Lira", defendeu.