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Olavo de Carvalho já perdeu 250 financiadores desde eleição de Bolsonaro

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
Brazilian writer Olavo de Carvalho arrives for the showing of a documentary on the government of Brazilian President Jair Bolsonaro in Washington, U.S.,  March 16, 2019.      REUTERS/Joshua Roberts
Olavo de Carvalho, guru bolsonarista (Foto: REUTERS/Joshua Roberts)

Desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, em 2018, o guru bolsonarista Olavo de Carvalho já perdeu 250 financiadores de seu conteúdo postado na internet, apontou matéria do jornal Estado de S.Paulo.

O escritor e astrólogo, referência da extrema direita brasileira, chegou a perder cerca de 30% dos alunos que pagavam para receber seus ensinamentos via PayPal, uma das companhias que o baniu. O site do seu “seminário de filosofia” foi interditado após diversas queixas e problemas.

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E, no momento, Olavo de Carvalho é o principal alvo de uma campanha do Sleeping Giants, movimento que pressiona empresas a retirarem recursos de páginas com conteúdos que classifica como de ódio e desinformação. O Sleeping Giants orienta seus quase 400 mil seguidores a reclamarem na caixa de mensagem de executivos da CPP Investiments.

A firma canadense é acionista da PagSeguro, empresa brasileira que não cedeu à pressão e mantém a conta pela qual Olavo arrecada com a venda de cursos. De acordo com o movimento, até o início da semana passada, 10 mil pessoas haviam enviado mensagens.

O grupo argumenta que Olavo de Carvalho é a figura que mais contribui para a radicalização da sociedade por conta do “conteúdo odioso” que propaga e do alcance que tem.

Olavo de Carvalho já usou seus canais e cursos para negar a existência do novo coronavírus, recomendar que as pessoas não deem vacinas aos filhos porque elas “matam ou endoidam”, para atacar religiões, minimizar caso de estupro, defender prisão “sem direito de falar” para ministro da Suprema Corte brasileira e até recomendar que jornalistas sejam tratados “a ponta pé, como um cachorro”.

“Esse pessoal que vem do Haiti e Senegal sabem o quê? Eles sabem o Alcorão, fumar maconha e vender crack”, disse o escritor em uma de suas aulas.

No governo Bolsonaro, o guru também já não tem mais o mesmo prestígio. Perdeu espaço no Ministério da Educação, brigou com a ala militar e fez críticas ao presidente.