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Oito em dez brasileiros pediram crédito durante a pandemia no Brasil

·2 minuto de leitura

Uma pesquisa da Serasa, em parceria com a Opinion Box, constatou que cerca de oito em 10 brasileiros utilizaram algum tipo de crédito durante a pandemia da Covid-19. E um grupo menor, de três em 10 brasileiros, fez o uso por seis vezes ou mais durante o período. O resultado mostra que a tomada de crédito não foi pontual no Brasil neste cenário, mas sim uma alternativa recorrentemente adotada para suprir necessidades. Também por isso, a avaliação para 63% dos cidadãos é que o crédito será importante na retomada econômica do país como um todo.

O cartão de crédito foi a fonte mais utilizada pelos respondentes (62%) e deve continuar sendo no pós-pandemia (40%). Segundo Amanda, ele é um facilitador para a tomada de crédito. Entre os brasileiros que possuem cartão, por exemplo, 35% tiveram o crédito negado; enquanto entre os que não têm, o índice chegou a 46%. Cabe uma análise social:

— Nas classes A e B, todo mundo (95%) tem cartão de crédito e 42% possuem limite superior a R$ 10.500. Já nas classes C e D, a posse de cartão de crédito diminui para 79%, e muda mais ainda o limite: para 31% dos donos desses cartões vai até R$ 1 mil e para 32% fica entre R$ 1 mil e R$ 3.500. Então a democratização do cartão de crédito está em andamento, mas ainda não independe de classe — explica Amanda Rapouzo, gerente da Serasa: — Nas classes A e B, apenas 18% dos brasileiros tiveram crédito negado. Nas classes C e D, 41%.

Os motivos para recusa de crédito foram, principalmente, renda baixa ou não renda (40%) e nome inadimplente (35%). Além do cartão de crédito, os brasileiros recorreram a empréstimo com amigos e familiares (14%), cheque especial/limite da conta (12%), empréstimo pessoal sem garantia (10%), entre outros meios, quando precisaram de ajuda financeira.

Os destinos dessas verbas costumam ser diferentes de acordo com o meio: enquanto a principal motivação para pegar um financiamento é a compra do carro e da casa, o cartão de crédito é usado além do limite para pagar contas essenciais e o empréstimo serve a pagar dívidas em geral.

Foram realizadas 2.068 entrevistas on-line entre junho e julho na pesquisa. Dos respondentes que pegaram crédito na pandemia, 79% afirmaram ter recorrido aos grandes bancos. Mas o domínio deles pode cair após a pandemia, com a ascenção dos bancos digitais e das fintechs. Isso porque, conforme 58% dos entrevistados afirmaram concordar ou já terem percebido: as plataformas digitais de crédito têm melhores condições de pagamento disponíveis.

Devido a maior recusa do crédito e menor oferta de crédito em valores interessantes durante a pandemia, há uma percepção de 59% de dos juros estão mais elevados durante a pandemia.

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