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Oito anos depois, por onde andam as estrelas do UFC Rio 2?

Belfort comemora a vitória ao lado da esposa Joana Prado (Josh Hedges/Zuffa LLC/Getty Images)

Empolgado com o sucesso do primeiro evento na Cidade Maravilhosa em agosto de 2011, o UFC retornou rapidamente ao Rio de Janeiro poucos meses depois, em 14 de janeiro do ano seguinte, com disputa de cinturão, veteranos consagrados e jovens promessas. Oito anos depois, apenas três atletas do card seguem ativos no UFC.

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A principal atração daquela noite foi José Aldo. Campeão dos penas (66kg) à época, o manauara foi batizado de “Rei do Rio” ao nocautear o até então invicto Chad Mendes com uma violenta joelhada no rosto a um segundo do fim do round inicial, se jogando nos braços da torcida para comemorar.

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Aldo segue ativo no UFC, e atualmente tenta convencer o patrão Dana White a marcar uma disputa pelo cinturão dos galos (61kg) contra o norte-americano Henry Cejudo mesmo após derrota para Marlon Moraes. Mendes, por outro lado, pendurou as luvas após cair diante de Alexander Volkanovski no fim de 2018.

Na luta co-principal na HSBC Arena, o veterano Vitor Belfort suou para derrotar Anthony Johnson por finalização. O mata-leão, aliás, foi o primeiro triunfo do carioca por finalização desde 2001, lhe garantindo uma chance ao cinturão de Jon Jones. O “Fenômeno” atualmente faz parte do plantel do ONE Championship, franquia asiática de lutas, enquanto Johnson curte a aposentadoria.

Dos brasileiros que completaram o card principal, apenas Edson Barboza ainda faz parte da organização. O lutador de Nova Friburgo atualmente se prepara para descer de categoria, lutando entre os penas. Na época, ainda pela categoria leve (70kg), anotou um dos nocautes mais bonitos da história do MMA ao apagar Terry Etim com um chute rodado no rosto. Etim, que não luta desde 2013, lidou com depressão por anos.

O trio brasileiro Rousimar Toquinho, Carlo Prater e Erick Silva compete por outras organizações de MMA ao redor do mundo. Mike Massenzio, que perdeu para Toquinho em apenas 63 segundos, pendurou as luvas no ano seguinte.

O card preliminar do UFC 142, também conhecido como UFC Rio 2, foi um festival de duelos entre brasileiros e gringos. Thiago Tavares bateu Sam Stout, Iuri Marajó derrotou Michihiro Omigawa, e Felipe Sertanejo superou Antonio Carvalho. Desses, o único ainda sob contrato com a franquia de Dana White é Marajó. Apesar de não lutar desde agosto de 2018, o paraense aguarda nova convocação para competir este ano. Dos outros cinco, apenas Tavares e Omigawa seguem ativos no MMA, competindo nos Estados Unidos e Japão, respectivamente.

Único brasileiro a perder para um estrangeiro naquela noite, Ricardo Funch deixou o esporte em 2016. Mike Pyle, seu algoz, se aposentou em março de 2018 após perder a terceira seguida no octógono. Gabriel Napão, ex-desafiante ao cinturão dos pesados do UFC, compete apenas no jiu-jitsu — além de uma breve passagem pelo boxe sem luvas — desde que deixou o esporte em 2018. Ednaldo Lula ainda roda o mundo lutando MMA.

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