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Oi começa a testar 5G em projeto-piloto na cidade de Brasília

Ramon de Souza
·2 minutos de leitura

A operadora Oi está vivendo momentos conturbados — passando por um processo de recuperação judicial, ela costuma ser uma das teles menos lembradas quando vislumbramos a corrida brasileira no setor de telecomunicações. Porém, impressionando muita gente, a marca iniciou nesta quarta-feira (7) um projeto-piloto de operação de sua rede 5G com exclusividade na cidade de Brasília.

A provedora vai usar um espectro exclusivo para a tecnologia, mesmo antes do leilão oficial da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para definir o uso das frequências para a próxima geração de redes móveis. Segundo a companhia, o serviço prestado na capital do país pode atingir velocidades de até 500 Mbps e poderá ser usufruído por qualquer cliente da Oi que possua um aparelho compatível.

“Este lançamento tem um significado muito importante para nós. Não só por começarmos a disponibilizar a nossos clientes a mais nova geração de internet móvel e por demonstrar a continuidade do pioneirismo e capacidade técnica da Oi em todos os seus produtos, incluindo a operação móvel, mas também porque o tráfego do nosso 5G em Brasília passará pela rede de transporte de fibra ótica que a Oi tem e é inigualável, com cerca de 400 mil quilômetros de extensão”, explica Rodrigo Abreu, presidente da marca.

A estratégia adotada pela Oi é conhecida como refarming — utiliza uma infraestrutura de fibra óptica para ancorar a rede em uma banda dedicada na faixa dos 2,100 GHz. Esse método já havia sido empregado para testar o 4.5G e também em eventos pontuais no Rio de Janeiro, como a Conferência Rio2C, a GameXP, o Rock in Rio e a Comic Con Experience (CCXP).

“Essa rede será fundamental para escoar o tráfego do 5G do mercado como um todo quando a nova tecnologia for plenamente implementada no Brasil, após o leilão do espectro. Como o 5G vai requerer muito mais antenas e como elas precisarão estar conectadas a uma rede de fibra para dar conta da capacidade colossal de dados que o 5G requer, nossa rede nacional de transporte de dados é que terá as melhores condições de atender todos os players, viabilizando conectividade para grandes ou pequenas operadoras”, conclui o executivo.

Fonte: Canaltech

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