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OCDE diz ser ainda cedo demais para reduzir suporte econômico apesar de salto na inflação

·2 minuto de leitura
Visão externa da sede da OCDE em Paris

Por Leigh Thomas

PARIS (Reuters) - Uma rápida recuperação do crescimento global está no caminho certo, mas é cedo demais para governos e bancos centrais retirarem o suporte excepcional para suas economias apesar do salto na inflação, disse a OCDE nesta terça-feira em uma atualização de sua perspectiva econômica.

Depois de contrair 3,4% no ano passado durante a pior fase da crise da Covid-19, a economia mundial deve crescer 5,7% este ano, disse a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), reduzindo sua projeção em 0,1 ponto percentual.

A organização disse que a expansão global vai então desacelerar a 4,5% no próximo ano, alta de 0,1 ponto em relação à estimativa anterior, de maio.

A rápida recuperação levou o Produto Interno Bruto de volta aos níveis pré-Covid, embora a atividade ainda esteja atrasada em muitos países em desenvolvimento onde as taxas de vacinação permanecem baixas, disse a OCDE.

Alimentada pela recuperação da demanda por bens e por apertos na cadeia de oferta, a inflação deve atingir o pico ao final do ano, em uma média de 4,5% no grupo das 20 principais economias, antes de enfraquecer a 3,5% até o fim de 2022.

A maioria dos bancos centrais e autoridades concluiu --por enquanto-- que o salto é uma reação passageira à recuperação e não o prelúdio de um período sustentado de inflação mais alta, embora o debate esteja longe de encerrado.

O OCDE aconselhou os bancos centrais a manterem a política monetária frouxa, mas ao mesmo tempo oferecerem orientação clara sobre até onde podem tolerar a alta da inflação.

A organização pediu aos governos que permaneçam flexíveis com seu suporte financeiro a suas economias e que evitem retirá-lo enquanto a perspectiva de curto prazo continue confusa.

A previsão é que a economia dos Estados Unidos cresça 6,0% este ano, queda de quase um ponto percentual ante maio, e 3,9% em 2022, alta de 0,3 ponto.

O crescimento chinês foi estimado em 8,5% este ano e 5,8% em 2022, sem alterações em relação às estimativas anteriores.

A OCDE melhorou sua estimativa para o crescimento da zona do euro este ano em um ponto percentual, a 5,3%, e aumentou sua projeção para 2022 em 0,2% ponto, a 4,6%.

Para o Brasil, as contas da OCDE para a expansão econômica mostraram melhora de 1,5 ponto para 2021, a 5,2%, enquanto que para 2022 ficou em 2,3%, queda de 0,2 ponto.

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