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Observatório de Arecibo | O que esperar de seu futuro substituto

O colapso do Observatório de Arecibo, um dos telescópios mais icônicos já construídos, não encerrou as atividades e estudos proporcionados pelo observatório, mas elas podem estar próximas do fim. É que, em outubro, a Fundação Nacional de Ciência (NSF) revelou que não há planos para a reconstrução do renomado telescópio, e que o local receberá um novo centro educacional.

A NSF é a instituição responsável pelo observatório, e a decisão sugere que os Estados Unidos não devem retomar tão cedo uma posição de destaque na ciência atmosférica e nem na astronomia de rádio e radar. Segundo a NSF, o novo centro terá o objetivo de inspirar alunos e o público sobre atividades em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

“Sem um novo Observatório de Arecibo, os pesquisadores precisam unir as observações de outras instalações, mas poucas podem nem mesmo substituir parcialmente as capacidades de Arecibo”, lamentou Joanna Rankin, professora da Universidade de Vermont.

O Observatório de Arecibo proporcionou mapeamento de asteroides próximos da Terra, a descoberta de um pulsar binário e até do primeiro exoplaneta (Imagem: Reprodução/Universal Images Group)
O Observatório de Arecibo proporcionou mapeamento de asteroides próximos da Terra, a descoberta de um pulsar binário e até do primeiro exoplaneta (Imagem: Reprodução/Universal Images Group)

As capacidades únicas do Observatório de Arecibo estavam em destaque antes mesmo do comunicado da NSF. Ainda em outubro, cientistas anunciaram novas observações da órbita do asteroide 3200 Phaethon que vão ajudar no planejamento de uma missão para lá, contribuindo também para os cientistas entenderem melhor o asteroide, considerado potencialmente perigoso.

Enquanto operou, o Observatório mapeou e rastrou asteroides próximos da Terra, além de realizar observações atmosféricas e geoespaciais essenciais para os estudos das mudanças climáticas. Agora, os radioastrônomos que precisam de observatórios com recursos comparáveis àqueles de Arecibo têm apenas uma opção: o radiotelescópio Five-hundred-meter Aperture Spherical radio Telescope (FAST), da China.

Ele tem superfície útil um pouco maior do que aquela do Observatório de Arecibo, mas não é equipado com radar e é muito mais afetado por interferências de rádio. Os cientistas estimam que a reconstrução de uma nova versão do Observatório de Arecibo, com nova tecnologia e recursos, custaria aproximadamente US$ 454 milhões — mas a NSF está oferecendo cerca de US$ 5 milhões para cinco anos de operação do novo centro.

Fonte: Canaltech

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