Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.428,18
    -219,81 (-0,19%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.686,03
    -112,35 (-0,21%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,26
    -0,02 (-0,02%)
     
  • OURO

    1.764,80
    -3,50 (-0,20%)
     
  • BTC-USD

    61.305,63
    +1.967,63 (+3,32%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.430,53
    -21,11 (-1,45%)
     
  • S&P500

    4.486,46
    +15,09 (+0,34%)
     
  • DOW JONES

    35.258,61
    -36,15 (-0,10%)
     
  • FTSE

    7.203,83
    -30,20 (-0,42%)
     
  • HANG SENG

    25.409,75
    +78,75 (+0,31%)
     
  • NIKKEI

    29.025,46
    +474,56 (+1,66%)
     
  • NASDAQ

    15.291,75
    +157,25 (+1,04%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3991
    -0,0047 (-0,07%)
     

O segredo é o pitch de buzu, diz criadora da Wakanda Educação

·2 minuto de leitura

"Imagine chegar numa sala e você não entender o que eu estou falando, ou falar em outra língua: será que incomoda?", questiona Karine Oliveira, fundadora da Wakanda Educação Empreendedora. Uma das dicas da empreendedora é "se coloque no lugar do problema". 

Um exemplo mostrando por Karine é o conceito de payback, que basicamente significa 'retorno'. "Qual é a primeira pergunta que você faz ao emprestar dinheiro a alguém? Eu te apresento o dinheiro com 'dois Vs': que é o dinheiro que vai e volta", argumenta. Pensei como se estivesse apresentando o problema para uma criança, por exemplo, completa. 

Karine defende que o pitch perfeito é o 'pitch de buzu' (com alusão ao termo usado para transporte coletivo). O trabalhador, muitas vezes um vendedor ambulante, tem pouco tempo para vender seu 'peixe'. Assim funciona com as ideias empreendedoras. 

Natural de Salvador, Karine Oliveira está há cerca de 9 anos atuando com empreendedorismo de impacto social. Nos movimentos sociais, ela busca emancipação para população negra, com objetivo de auxiliar iniciativas de empreendedorismo para a comunidade LGBTQIA+ e, principalmente, mulheres negras.

"A galera quer incluir a periferia, trazendo diversidade. Mas na linguagem, é como se não estivessem falando comigo. O que seria esse ambiente em que eu pudesse entender sobre empreendedorismo, mas com uma linguagem que me sentisse pertencente?", indagou. Indo a eventos diversos, ela viu que a periferia precisava de uma dinâmica diferente do tradicional 'papo de empreendedor'.

O digital na pandemia

"A cultura do digital sempre chega com atraso na periferia", ressalta Karine. Sendo assim, uma das maiores dificuldades no período pandêmico foi a transformação digital. Uma pesquisa divulgada pela Serasa Experian, empresa de análise de crédito, que apontou que, em média, 47,1% das micro, pequenas e médias empresas pretendem ampliar seus investimentos em plataformas digitais para aumentar as vendas mesmo após a pandemia.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos