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O que você precisa saber para começar a quinta-feira

Jair Bolsonaro e o presidente do STF, Dias Toffoli, em cerimônia na Suprema Corte, 6 de novembro de 2018. Foto: AP/Eraldo Peres

Quarta-feira (20) foi Dia da Consciência Negra em diversas cidades e estados pelo Brasil. Neste dia, propostas para permitir prisão após condenação em segunda instância avançaram no Congresso. E o porteiro que envolveu o presidente Jair Bolsonaro na investigação da morte de Marielle Franco voltou atrás.

Confira o que você precisa saber para começar a quinta-feira (21):

Prisão em 2ª instância avança na Câmara

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou por 50 votos favoráveis e 12 contrários o relatório da proposta de emenda à Constituição (PEC 199/19) que permite a prisão após condenação em segunda instância. Agora a PEC segue para comissão especial da Casa. Enquanto isso, no Senado, o PT conseguiu adiar a votação de um outro projeto sobre o mesmo tema.

Porteiro que citou Bolsonaro em caso Marielle muda versão

O porteiro do condomínio Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro, que citou o nome do presidente Jair Bolsonaro durante à Polícia Civil no âmbito da investigação sobre a morte da deputada Marielle Franco mudou sua versão dos fatos em novo depoimento, desta vez à Polícia Federal. Ele disse que se sentiu “pressionado” durante o primeiro depoimento e por isso se “enganou” ao citar Bolsonaro.

Ex-presidente da Braskem é preso nos EUA

O ex-presidente da Braskem, José Carlos Grubisich, foi preso nesta quarta-feira em Nova York por acusações de ter participado de um esquema para pagar milhões de dólares em subornos para garantir contratos governamentais. Grubisich foi acusado pelo tribunal federal do Brooklyn de conspiração para violar uma lei de corrupção estrangeira dos EUA e por conspiração para lavagem de dinheiro.

STF começa julgamento que pode anular caso Queiroz

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar o uso de dados sigilosos em investigações sem autorização judicial. A decisão pode paralisar ou dar prosseguimento ao inquérito do Ministério Público que investiga Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (RJ). No primeiro dia de debates, o presidente do STF, Dias Toffoli, foi o único a votar, e defendeu que órgãos como o antigo Coaf sejam proibidos de fazer relatórios 'por encomenda' do MP.