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O que você precisa saber antes de comprar um iPad

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A linha de tablets da Apple é bastante extensa e, por vezes, pode ser um pouco confusa. Qual a diferença entre o iPad Air e o iPad Pro? Qual modelo escolher? Por isso, vamos falar das principais diferenças entre o iPad, iPad Mini 6 (2021) Wi-Fi, iPad Air e iPad Pro.

Apesar de ter linhas de produtos muito bem definidas, a Apple pode ser um pouco confusa quando o assunto é tablet. Isso porque existem vários modelos e muitas gerações diferentes, em que cada uma tem um foco específico.

Porém, basicamente temos: o iPad convencional ou base (atualmente o de 9ª geração), iPad Mini, iPad Air e iPad Pro. No geral, eles não se diferem muito em termos de funcionalidades ou recursos únicos.

Entretanto, a experiência que você pode ter com cada um deles é bastante única, além, é claro, do preço. Aqui no Brasil, os produtos Apple costumam ser muito exclusivos e de difícil aquisição. Por isso, é importante saber qual a melhor escolha para seu dia-a-dia.

Você deve comprar o iPad de 9ª geração?

O iPad base está atualmente em sua nona geração. E continua sendo o líder de vendas dentre os tablets da Maçã. Por conta disso, temos um design já datado, com bordas grossas e ainda mantém o Touch ID como ferramenta para desbloquear a tela.

Ainda assim, ele corresponde ao maior número de usuários, mesmo com as variantes. Este modelo vem com chipset A13 Bionic, mesmo encontrado no iPhone 11.

Por conta disso, ele mais do que dá conta de todos os aplicativos, mesmo aqueles para edição de imagem ou vídeo que sejam mais exigentes.

O design do iPad base já aparenta ser datado, mas, ainda assim, continua como líder de vendas (Imagem: Ivo Meneghel Jr./ Canaltech)
O design do iPad base já aparenta ser datado, mas, ainda assim, continua como líder de vendas (Imagem: Ivo Meneghel Jr./ Canaltech)

Porém, em outros quesitos começam a mostrar um hardware defasado. Por exemplo: a conexão Lightning para carregar o dispositivos.

Ela já está há muito tempo desatualizada, pois não consegue transmitir sinal de vídeo e só oferece carregamento lento, o que é um problema para tablets com baterias grandes. Além disso, a capacidade de transferência de dados é inferior ao Thunderbolt (USB-C).

Sua tela também já se mostra um pouco ultrapassada, usando o padrão Retina com True Tone da Apple, mas que não vem com altas taxas de atualização.

Assim sendo, o iPad base é justamente isso: uma opção de entrada na linha. Ele não vem com hardware mais poderoso, nem com melhor acabamento.

Contudo, se você não faz questão de ter a melhor experiência ou está apenas interessado em um tablet versátil e com bom custo-benefício, este modelo é o ideal.

Lembrando, também que este modelo é compatível apenas com a Apple Pencil de 1ª Geração e com Smart Keyboad (diferente do MAgic Keyboard que conta com trackpad).

Para quem é o iPad Mini?

Apesar de ser o menor dentre os tablets da Apple, o iPad Mini 6 (2021) Wi-Fi não faz nem um pouco feio. E, para quem está procurando um aparelho ainda mais portátil e prático, ele pode ser uma excelente escolha.

Por trazer um processador mais atual, por vezes este modelo é mais potente do que a opção de entrada. Além disso, esse dispositivo vem com outras novidades, como: uma câmera de 12 MP na traseira e uma tela de Liquid Retina.

Com isso, o iPad Mini garante uma imagem mais viva e uma reprodução de imagens mais fiel. Inclusive, o conector Lightning foi substituído por uma entrada USB-C.

O iPad Mini consegue ser mais potente do que o modelo base (Imagem: Ivo Meneghel Jr./ Canaltech)
O iPad Mini consegue ser mais potente do que o modelo base (Imagem: Ivo Meneghel Jr./ Canaltech)

Outra novidade é a compatibilidade com redes 5G. Recurso que também é carente no iPad de 9ª geração, já que ele fica limitado ao LTE.

A única questão é seu display “diminuto”, ainda que conte com suas 8,3 polegadas, o que pode não ser o ideal para aqueles que buscam trabalhar neste dispositivo.

Por fim, ele ainda pode ser usado com a Apple Pencil de 2ª geração, que traz mais recursos e precisão do que a primeira versão do acessório.

Porém, fica restrito em termos de teclado, já que só aceita conexão com dispositivos Bluetooth, ou seja, não é possível utilizar as opções próprias da fabricante, como Magic ou Smart Keyboard.

O iPad Air é um bom Tablet?

Muitas pessoas têm dificuldade de classificar o iPad Air. Ele é um modelo básico, só que mais fino e leve, ou então é uma opção para quem prefere telas maiores? Na verdade, ele é a opção intermediária entre o iPad base e o iPad Pro.

De forma que ele traz novidades para uma experiência melhor do que vemos no modelo de entrada, contudo ainda não é o mais completo (nem o mais caro).

Talvez o maior destaque do iPad Air para as opções “inferiores” seja a presença do processador M1. Que fez bastante sucesso e chamou muita atenção por conta da velocidade e potência que oferece. Por exemplo, é o mesmo chipset que vemos dentro dos novos Macbooks Pro.

O iPad Air é uma opção mediana, mas com muito poder de fogo (Ivo Meneghel Jr./ Canaltech)
O iPad Air é uma opção mediana, mas com muito poder de fogo (Ivo Meneghel Jr./ Canaltech)

Então, se você está procurando um Tablet para oferecer ainda mais versatilidade e também conseguir muitos aplicativos ao mesmo tempo com certa folga, o iPad Air pode ser uma escolha interessante.

Além disso, este dispositivo já vem com uma tela maior do que os outros e também câmera de 12 MP traseira e frontal.

Assim como o iPad Mini, esse aparelho é compatível com redes 5G e Apple Pencil de 2ª geração, além de também poder ser usado com o Magic Keyboard, e a porta USB-C é o padrão para carregar e transferir arquivos.

O que o iPad Pro oferece?

Como citei no começo, os recursos principais não mudam muito de aparelhos para aparelho, mas a experiência, sim. E esse é o grande diferencial do iPad Pro para os outros.

Começando pelas duas opções de tela, as maiores dentro da linha. Porém, o que realmente se destaca é a tecnologia ProMotion, que proporciona uma maior fluidez e suavidade nas animações, jogos e filmes, graças às altas taxas de atualização.

O iPad Pro é a experiência máxima de tablets da Apple (Ivo Meneghel Jr./ Canaltech)
O iPad Pro é a experiência máxima de tablets da Apple (Ivo Meneghel Jr./ Canaltech)

Outra grande exclusividade é a câmera dupla na traseira. Neste modelo, temos uma opção grande-angular e outra ultrawide. Ambas possuem o recurso TrueDepth, em que o módulo de câmeras contém uma abertura pequena que faz uma projeção do ambiente utilizando lasers. Dessa forma, adiciona muitas camadas à foto e detalhes mais bem definidos.

Sendo o modelo mais completo, o iPad Pro não poderia estar equipado com outro processador que não o M1, tal qual o iPad Air. Porém, essa versão não utiliza USB-C para carregar e transmitir dados, mas sim, o Thunderbolt (que tem o mesmo formato da USB-C, mas é consideravelmente mais rápida e versátil).

Isso permite ao iPad Pro transmitir imagens e vídeos para monitores externos sem a necessidade de um cabo HDMI ou adaptadores.

Assim como os outros modelos, fora o iPad de 9ª geração, é possível utilizar a Apple Pencil de 2ª geração e o teclado com trackpad da Apple, chamado de Magic Keyboard, que facilita bastante a produtividade quando é preciso transportá-lo.

Por tudo isso, o iPad Pro é recomendado para aqueles que precisam ou querem tirar o máximo de desempenho possível, seja utilizando múltiplas telas ao mesmo tempo, com aplicativos pesados sendo executados. Sua proposta é a de ser uma ferramenta de trabalho profissional.

O que o iPadOS traz de diferente?

Assim como o iPhone possui o iOS e os Macbook rodam o macOS, o iPad também tem um sistema operacional próprio. Contudo, isso aconteceu há pouco tempo, já que, até 2019, os tablets da Apple utilizavam o iOS igual ao dos celulares da Maçã.

Agora temos um sistema próprio e refinado para proporcionar uma experiência mais próxima de um macOS, mas com as praticidades de um tablet.

Entre as principais diferenças, temos o suporte a mouse e teclados Bluetooth com um ponteiro diferenciado e também uma interface mais intuitiva, que aproveita melhor o tamanho da tela do tablet.

O iPadOS tem diversas mudanças em relação ao iOS (Imagem: Divulgação/Apple)
O iPadOS tem diversas mudanças em relação ao iOS (Imagem: Divulgação/Apple)

Nessa interface, podemos encontrar uma barra de pesquisa e destacar widgets para produtividade. Além disso, o aplicativo “Arquivos” recebeu diversas melhorias e otimizações para organizações de arquivos. De forma a melhorar a visualização e gerenciamento das pastas.

Em resumo, o iPadOS trouxe uma cara de desktop para os iPads, os tornando mais práticos para aqueles que usam como meio de trabalho e gostam de conectar outros acessórios.

Assim, espero ter esclarecido qual a ideia por trás de cada modelo de iPad e, com isso, ajudar você a escolher aquele que vai cumprir com suas necessidades diárias.

Fonte: Canaltech

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