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O que você precisa saber e acompanhar nesta segunda

Aqui estão as notícias para você começar o dia Aramco reduz tamanho de oferta

Arábia Saudita reduziu drasticamente a oferta pública inicial de sua gigante estatal de petróleo, depois da reação morna dos investidores internacionais a seus planos ambiciosos. O reino revelou neste domingo que vai tentar obter entre US$ 24 bilhões e US$ 25,6 bilhões com a entrada da Saudi Aramco na bolsa de valores, uma fração dos US$ 100 bilhões que esperava conseguir antes. A Aramco vai colocar no mercado apenas 1,5% do total de suas ações, a um preço que dá à empresa um valor de mercado entre US$ 1,6 trilhão e US$ 1,7 trilhão. Isso ainda a torna a maior empresa de capital aberto do mundo — superando a Apple —, mas fica muito aquém do valor de US$ 2 trilhões pretendido pelo príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman.A Saudi Aramco produz mais de 10 milhões de barris de petróleo por dia, isto é, 10% da demanda global. A companhia lucrou US$ 111 bilhões no ano passado, mais do que a Apple, a Shell e a Exxon Mobil juntas.

Mandel Ngan/Pool Photo via AP

XP entra com pedido na Nasdaq

XP Investimentos protocolou na sexta-feira o pedido para fazer sua oferta pública na bolsa americana Nasdaq. A oferta será primária e secundária, ou seja, parte dos recursos levantados irá para o caixa da XP e parte para os acionistas vendedores, que são os sócios controladores da corretora e os fundos General Atlantic e Dynamo. No prospecto preliminar, ainda não consta a faixa indicativa de preços para as ações na oferta. De acordo com a XP, os recursos obtidos na parcela primária da oferta serão usados para o lançamento de novos serviços, como banco digital, pagamentos e seguros. A XP detectou, durante os preparativos para a abertura de capital, uma série de deficiências nos controles internos de contabilidade. De acordo com a corretora, no entanto, esses problemas não chegaram a causar distorções nos resultados divulgados e um plano de ação foi adotado para saná-los.

Projeção para PIB em 2020 sobe para 2,17%

A projeção do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem subiu de 2,08% para 2,17%, segunda alta após sete semanas estacionada em 2%. O dado consta da pesquisa Focus, do Banco Central, divulgada nesta segunda. Para 2019, a mediana de projeções do Focus manteve a estimativa de avanço de 0,92%, também a segunda manutenção consecutiva.

Braskem tem perdas de R$ 887,8 milhões

A Braskem teve prejuízo de R$ 887,8 milhões no terceiro trimestre deste ano, comparado ao lucro líquido de R$ 1,34 bilhão no mesmo período do ano passado. O resultado foi mais de três vezes maior que os R$ 293,4 milhões projetados por analistas consultados pelo Valor. A projeção levava em conta a média das estimativas do Santander, UBS, Safra, J.P.Morgan e Morgan Stanley. No período, as contingências com processos judiciais avaliados como prováveis de perda triplicaram. O valor, que estava em R$ 15,97 bilhões ao fim de junho, passou a R$ 48,73 bilhões. A maior variação se deu com os processos de natureza cível e trabalhista, sendo parte deles relacionados a um “evento geológico” que provocou o afundamento do solo e o surgimento de rachaduras em imóveis e vias de três bairros de Maceió (AL). Ainda sobre Maceió, a Braskem propôs à Agência Nacional de Mineração (ANM) o fechamento dos 35 poços de extração de sal-gema que operava na região e a desocupação de 400 imóveis que estão situados nas adjacências de 15 desses poços. A empresa faz teleconferência dos resultados hoje, às 13h.

Sabesp tem lucro 114% maior

A Sabesp encerrou o terceiro trimestre de 2019 com lucro líquido de R$ 1,21 bilhão, 114% maior do que o lucro do no mesmo período do ano passado. O resultado foi impulsionado pelo avanço de 42% da receita líquida, para R$ 5,41 bilhões, devido, principalmente, ao acordo firmado com o município de Santo André, em julho, que trouxe um aumento de R$ 1,27 bilhão da receita, e operação no município de Guarulhos, com o reconhecimento de R$ 115,6 milhões na receita operacional.

Cemig sai do lucro para o prejuízo

A Cemig apurou prejuízo líquido de R$ 281,9 milhões no terceiro trimestre, comparado ao lucro de R$ 244,5 milhões de igual período do ano passado. A receita operacional líquida somou R$ 6,07 bilhões de julho a setembro, valor 3% inferior ao ano passado. Segundo a empresa, o resultado líquido operacional foi fortemente influenciado pelo reconhecimento da contingência tributária relativa às ações que discutem a incidência de contribuições previdenciárias sobre o pagamento de participações nos lucros e resultados (PLR), no montante de R$ 1,183 bilhão.

Cteep tem novo presidente

O conselho de administração da ISA Cteep, companhia de transmissão de energia, elegeu Rui Chammas como novo presidente, no lugar de César Ramirez, que ocupa o cargo interinamente desde 1º de agosto.

HP rejeita compra da Xerox

O conselho de administração da HP rejeitou por unanimidade a proposta de compra da Xerox. Na forma de uma carta endereçada ao presidente-executivo da Xerox, John Visentin, o conselho da HP diz que a proposta “significativamente subestima” a empresa.

Amazon vai recorrer contra decisão pró-Microsoft

A Amazon anunciou ontem vai recorrer da decisão do Departamento de Defesa dos Estados Unidos que concedeu à Microsoft um contrato de US$ 10 bilhões para desenvolver um sistema de computação em nuvem para armazenamento de dados.

Twitter tenta reduzir propaganda política e de causas

O Twitter restringirá a anunciantes que promovem determinadas causas formas de segmentação de publicidade por georeferenciamento ou palavras-chave, como parte das novas regras para reduzir a propaganda política e de causas na plataforma.