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O que você mais teme em ataques digitais? Veja o que os brasileiros responderam

·3 minuto de leitura

O número crescente no número de fraudes realizada com ajuda da internet e dos vazamentos de dados de grande impacto têm motivado os brasileiros a se preocupar mais com sua segurança digital. Uma pesquisa realizada pelo Capterra mostra que 67% da população se considera muito preocupada com a cibersegurança, sendo que pelo menos metade dos entrevistados está mais consciente do assunto agora do que há um ano atrás.

O levantamento, que ouviu a opinião de 714 pessoas de todas as regiões do país entre os dias 16 e 23 de junho, mostra que, para 79% delas, os aumentos dos casos de fraudes digitais motivam a preocupação crescente com a cibersegurança. Os demais motivos apontados são os vazamentos de dados recentes (75%), o aumento das compras online durante a pandemia (46%), a quantidade de notícias sobre o tema na imprensa (45%), a migração para o trabalho remoto (22%) e a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (18%).

Imagem: Divulgação/Capterra
Imagem: Divulgação/Capterra

"Com consumidores mais atentos, negócios que não se adequaram à LGPD ou não possuem preocupação com tratamento de dados necessitam empregar urgentemente ferramentas para que possam mitigar riscos de serem vítimas de ataques digitais", afirma Marcela Vaga, analista responsável pelo estudo. Segundo o levantamento, a população da faixa etária de 46 a 55 anos é que se considera a mais preocupada com a segurança digital.

Aumento da conscientização

O começo de 2021 foi marcado por um grande vazamento de dados, que expôs nome, CPF, nível de escolaridade e outras informações de mais de 200 milhões de brasileiros. Segundo o Capterra, 73% dos entrevistados afirmaram que ficaram cientes do ocorrido, contra 15% que não souberam dele e outros 12% que não souberam dizer com certeza. A maior preocupação foi registrada entre aqueles que possuem ensino superior completo e incompleto, com 68% e 63%, respectivamente.

Imagem: Divulgação/Capterra
Imagem: Divulgação/Capterra

Entre as pessoas que ficaram cientes do megavazamento, a maioria tomou alguma decisão para minimizar os impactos em sua vida pessoal — somente 13% dos entrevistados afirmou não ter tomado nenhuma medida preventiva. Para 74%, o maior medo relacionado a casos de vazamento é ser vítima de fraudes financeiras, que incluem boletos falsos, clonagem de cartão de crédito, solicitação de empréstimo ou hipoteca ou a abertura de contas bancárias em seus nomes.

A preocupação com fraudes também tem motivado o brasileiro a procurar mais informações sobre uma empresa antes de contratar um serviço oferecido por ela. 70% dos entrevistados afirmam que, antes de fazer uma transação online, procuram pela reputação do vendedor usando mecanismos como o Google, o Procon ou o Reclame Aqui. Além disso, 50% relatam que procuram por notícias para descobrir se a empresa esteve envolvida em algum episódio de vazamento de dados.

Vazamentos de dados é preocupante

Para 72% dos participantes, cabe às companhias a responsabilidade de lidar com a proteção dos dados pessoais de seus clientes (42% concordaram totalmente e 37% parcialmente com a afirmação). Para 40% deles, a maior falha que uma organização pode cometer é não comunicar sobre vazamentos de dados, seguida do compartilhamento de informações com terceiros (24%) e não possuir uma política de privacidade transparente (16%).

Imagem: Divulgação/Capterra
Imagem: Divulgação/Capterra

A pesquisa também revela que 33% das pessoas deixaria de fazer negócios com companhias que tiveram informações vazadas, seja no ambiente físico ou online. Em comparação, 31% dos entrevistados afirmou que continuaria fazendo negócios em ambientes físicos, mas não acessaria mais os canais da empresa na internet.

“Tais resultados evidenciam que, conforme aumentam os casos de vazamentos de dados, também aumenta a consciência dos consumidores sobre o tema”, afirma a Capterra. Para os pesquisadores, é cada vez mais importante que organizações cumpram medidas de segurança e não arrisquem a privacidade de seus clientes, evitando com isso tanto danos financeiros quanto à sua reputação.

Fonte: Canaltech

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