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O que são Correlações entre ativos.

·2 minuto de leitura

Existem outras correlações que não são tão simples de serem observadas, mas que merecem atenção. Na imagem a seguir abaixo são apresentados dois gráficos, na parte inferior está o contrato futuro de juros, representado pelo DI (depósitos interfinanceiros), já na parte superior está o dólar futuro. Avaliando os dois gráficos é notado que existem duas correlações entre estes ativos, uma correlação inversa para o longo prazo e uma direta para o curto prazo.

Observando o gráfico por inteiro, fica evidente que o dólar segue uma tendência de alta, visto que desde 2013, quando o seu valor estava próximo a R$2,00, o ativo vem subindo, chegando ao topo de praticamente R$6,00 em 2020. De modo oposto, porém não tão fácil de ser observado, os contratos de juros se mostram em uma tendência de baixa, tendo seu topo em 2016 quando atingiu 17% e a mínima em meados de 2020, chegando próximo a 4,5%.

No entanto, observando os pequenos movimentos que ocorreram nos dois gráficos, é percebido que movimentos de grande intensidade têm correlação direta nos dois ativos. Em 2015 pode ser observado que o dólar começou a subir com força e logo depois o DI também fez um forte movimento de alta. Em 2016, quando o dólar começou a recuar, o mesmo ocorreu com o DI. Em 2018 o dólar iniciou novamente um forte movimento de alta, o mesmo comportamento foi observado no DI, quando o dólar se estabilizou, o DI voltou a cair seguindo sua tendência primária. Mesmo em 2020, com a forte volatilidade causada pela pandemia, os ativos mantêm suas correlações.

Porque ficar atento a correlação?

O que deve ser avaliado, no entanto, é o fato de que em 2021 o DI deu início a uma tendência de alta, já tendo praticamente dobrado de valor em 9 meses. Neste mesmo período, o dólar se mantém lateral, sem uma tendência bem definida, o que pode ser preocupante, pois deixa a dúvida, até quando o DI deverá subir para que o dólar comece a cair?

This article was originally posted on FX Empire

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