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Gasto de Musk com o Twitter acabaria com a fome no mundo por 6 vezes

·2 min de leitura
PARIS, FRANCE - APRIL 26: In this photo illustration, the Elon Musk’s Twitter account is displayed on the screen of an iPhone on April 26, 2022 in Paris, France. The U.S. multi-billionaire Elon Musk bought the social network Twitter on Monday April 25 for the sum of 44 billion dollars after two weeks of arm wrestling with the company's board of directors. (Photo illustration by Chesnot/Getty Images)
O valor gasto era suficiente para alimentar a população mundial ou distribuir vacinas para países com menos recursos financeiros (Getty Image)
  • Bilionário gastou US$ 44 bilhões para comprar o Twitter;

  • Esse valor poderia acabar com a fome no mundo ou ajudar a combater a pandemia;

  • O CEO da Tesla afirmou no passado que venderia ações da empresa para financiar plano da ONU.

Existem 45 milhões de pessoas no mundo que não têm o que comer. Se antes da pandemia o número chegava a 27 milhões, a situação da fome se agravou ainda mais ao longo dos últimos anos, de acordo com o Programa Mundial de Alimentos da Organização das Nações Unidas.

A agência estima que seria necessário gastar US$ 7 bilhões para reverter a situação. O número é seis vezes menor do que o bilionário Elon Musk gastou para adquirir o Twitter nesta segunda-feira (25). A oficialização da compra ainda precisa passar por agências reguladoras e o processo deve ser concluído até o final do ano.

Em uma resposta direta ao CEO da Tesla sobre a afirmação de que venderia ações da empresa para financiar um plano se o PMA pudesse descrever “exatamente como” funcionaria, o diretor do programa da ONU uma estratégia em 2021 que custaria bem menos do que o investimento na aquisição da rede social.

No documento, a organização direcionava US$ 3,5 bilhões para comprar e entregar alimentos diretamente, US$ 2 bilhões em dinheiro e vales-alimentação em locais onde os mercados podem funcionar e investiria outros US$ 700 milhões para gerenciar novos programas alimentares. Já outros US$ 400 milhões seriam empregados na operações necessárias para a implementação e distribuição de recursos.

Se erradicar a fome não fosse uma preocupação do empresário, era possível comprar 2,1 bilhões de vacinas da Pfizer contra a covid-19. Caso a aquisição tivesse sido feita no começo da pandemia, seria possível evitar a morte e a internação de até 700 milhões de pessoas que viviam em países que não tiveram acesso rápido aos imunizantes fabricados durante a pandemia.

E se ele quisesse investir em outras compras não essenciais?

Se o bilionário não quisesse mesmo acabar com a fome no mundo ou evitar a exterminação de pessoas em países pobres que foram mais impactados pela pandemia, existem diversas opções para torrar a grana sem direcionar para o socorro humanitário.

Um levantamento realizado pelo UOL estima que com essa fortuna seria possível comprar 535 Botafogos (sim, o clube inteiro), pagaria o salário de 184 jogares que ganhariam como o Neymar ou compraria 14 bilhões de iPhones 13. Ou seja, ao invés de distribuir comida ou vacinas, cada habitante da terra teria 2 smartphones da Apple para postar selfies ou para tuitar na rede social de Musk comprou. Prioridades, né?

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