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O que muda no Pix com a chegada da terceira fase do Open Banking?

·2 min de leitura
(Photo by Cris Faga/NurPhoto via Getty Images)
(Photo by Cris Faga/NurPhoto via Getty Images)
  • Apelidado de “Pix 2.0”, mudança deverá trazer mais dinâmica na hora de pagar

  • Open Banking promete maior conectividade e interação entre as instituições financeiras do país

  • Novidade deverá estar disponível para todos até fevereiro de 2022

Com a chegada da 3ª fase do Open Banking, muitas pessoas estão falando sobre uma potencialização do Pix, sendo apelidado até de "Pix 2.0", mas o que mudou?

Para começar, o Pix é um sistema de pagamentos instantâneos lançado em novembro de 2020 pelo Banco Central. Desde seu lançamento até hoje, o número de usuários cresceu cerca de 166% e, só em setembro deste ano, realizou 1 bilhão de transações.

Já o Open Banking é um protocolo que visa conectar todo o sistema financeiro do país. Com isso, todos os clientes poderão autorizar o compartilhamento de suas informações entre duas instituições monetárias (bancos, fintechs, seguradoras, cooperativas).

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Para o Pix isso significa que os usuários poderão realizar pagamentos via Pix a partir de aplicativos que não sejam de seu banco, como de varejistas ou de redes sociais. A partir do compartilhamento autorizado das informações, o usuário não precisará mais escanear o QR Code ou entrar no aplicativo do banco toda vez que quiser fazer um pagamento via Pix.

Por exemplo, você quer realizar uma compra em uma grande varejista do e-commerce brasileiro. Ao finalizar sua compra você terá a opção de pagar com o Pix. Diferentemente de como é agora, você não precisará pegar o seu celular e escanear um QR Code. O próprio site da varejista te pedirá autorização para requisitar as suas informações com seu banco. Uma vez dada, você ainda poderá deixar salvas suas informações com o site. Assim, na próxima compra não terá de realizar o procedimento de novo.

É importante ressaltar, que nesse caso, a varejista teve de se cadastrar no Banco Central como uma Instituição de Transação de Pagamentos (ou Instituição Receptora de Pagamentos), e para isso, deve seguir os protocolos de segurança e fiscalização definidos pelo Banco Central.

Pode-se esperar que a funcionalidade seja implementada por completo até o início de fevereiro de 2022, quando se iniciará o ciclo 4 desta fase do Open Banking. Por enquanto apenas clientes previamente selecionados poderão testar a ferramenta, com um limite de R$ 1.000 por transação.

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