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O que muda com a compra da Easynvest pelo Nubank

Marcus Couto
·2 minutos de leitura
Sede do Nubank, em São Paulo. (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker)
Sede do Nubank, em São Paulo. (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker)

Esta sexta-feira (11) amanheceu com grandes notícias para o mercado financeiro brasileiro: a confirmação da compra da corretora de investimentos Easynvest pelo Nubank.

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A compra é uma das mais relevantes nos últimos anos por envolver duas empresas de grande porte, com destaque no ramo: o Nubank, que vive processo de acelerada expansão, com cerca de 26 milhões de usuários de sua conta digital, e a Easynvest, com cerca de 1,5 milhão de clientes e mais de R$ 20 bilhões sob sua custódia.

Mas o que muda para os clientes?

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Segundo a fintech, por enquanto, as operações seguem independentes, mas assim que sair a aprovação do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade), o Nubank começará a oferecer a seus clientes produtos da Easynvest.

Ou seja, os usuários da fintech terão a possibilidade de escolher a partir de uma “prateleira” de investimentos oferecidos diretamente pelo Nubank.

“Não vemos necessidade de fazer uma integração acelerada”, diz David Vélez, CEO e cofundador do Nubank, em entrevista à revista Exame. “O cliente não precisa de acesso a tantos produtos e à plataforma completa que a Easy tem. Provavelmente, vamos aumentar a oferta aos poucos.”

“Muitos de nossos clientes estão com produtos, fora do Nubank, que não fazem sentido. Poupança, fundos de renda fixa. Com a oferta de poucos produtos já será possível melhorar as decisões de investimentos que eles tomam”, diz Vélez.

Ainda não foi revelado quais produtos serão prioridades nessa futura integração entre as empresas.

Além disso, segundo a fintech, a aquisição servirá também para fortalecer outro de seus pilares: o da educação financeira, por meio de canais informativos, já explorados pela Easynvest em suas plataformas.

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