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O que explica a valorização da Apple – e quando ela deve passar de US$ 3 trilhões

Finanças Internacional
·3 minutos de leitura
Foto: Ollie Millington/Getty Images
Foto: Ollie Millington/Getty Images

A avaliação da Apple acabou de atingir uma marca histórica, e o próximo número redondo provavelmente não vai demorar. Na semana passada, a gigante da tecnologia passou a ser a primeira empresa dos Estados Unidos a superar os US$ 2 trilhões em valor de mercado. Para chegar a essa marca, as ações da Apple abriram o pregão superando os US$ 467,77 e continuaram subindo ao longo do dia.

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A conquista da Apple veio logo depois da queda da avaliação para US$ 1,5 trilhões em junho. Observadores das ações da Apple apontam que o próximo marco neste percurso de crescimento rápido está próximo.

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"Acreditamos que até 2023, pelo potencial de um longo ciclo de crescimento do mercado, principalmente para os serviços", disse Dan Ives, analista de tecnologia da Wedbush Securities, ao Yahoo Finanças, explicando quando e por que a Apple pode chegar a uma avaliação de US$ 3 trilhões. Ives sempre afirmou que a Apple chegaria à avaliação de US$ 2 trilhões até o final de 2020, e isso aconteceu bem antes do previsto.

Os otimistas como Ives apontam vários motivos para investir na Apple a longo prazo.

O primeiro deles é que existe a probabilidade de um ciclo agressivo de aprimoramento do primeiro iPhone 5G, que deve ser lançado neste ano. O segundo é que o setor de serviços da empresa continua mantendo o fluxo de caixa, permitindo que ela invista no futuro da tecnologia e recompre suas ações. Por último, a divisão das ações da Apple no dia 31 de agosto poderia facilitar a compra por investidores pequenos.

"Mesmo com a influência negativa da retração da macroeconomia e da COVID sobre a demanda dos consumidores em curto prazo, a Apple tem uma 'oportunidade única' nos próximos 12 a 18 meses, pois estimamos que aproximadamente 350 milhões dos 950 milhões de iPhones distribuídos pelo mundo entrarão na janela de upgrade", explicou Ives em uma nota enviada aos clientes no início deste ano.

"Sob uma perspectiva mais ampla, acreditamos que o iPhone 12 representa o ciclo de produto mais significativo para Tim Cook e companhia desde o iPhone 6, lançado em 2014. Na nossa opinião, será mais um capítulo decisivo na história de crescimento da Apple, mesmo com a redução geral dos gastos dos consumidores. Acreditamos que muitos investidores continuam subestimando a enorme demanda contida para esse superciclo da Apple", concluiu Ives.

Dan Howley, editor de tecnologia do Yahoo Finanças, contribuiu para este artigo

Brian Sozzi

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