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O que é o metaverso, tanto falado por Mark Zuckerberg?

·2 min de leitura
  • Sem expectativa de implementação, empresas de tecnologia correm para estarem na vanguarda do projeto

  • Seus efeitos já podem ser sentidos, através de equipamentos de realidade aumentada e concertos em plataformas virtuais

  • Ativistas já se preocupam com controle que as grandes empresas exercerão sobre o mundo alternativo

Junto do anúncio sobre a mudança de nome de sua empresa, Mark Zuckerberg anunciou o desejo de se tornar um dos pioneiros na construção do metaverso. Mas o que seria esse termo, tão aclamado pelos entusiastas digitais?

Criado em 1992 por Neal Stephenson em seu livro de ficção científica Snow Crash para descrever um mundo virtual ditatorial comandado por empresas, o termo entrou na cultura pop quando Steven Spielberg adaptou para as telonas o livro Ready Player One (Jogador Nº1 no Brasil). Aqueles que assistiram ao filme tem uma ideia do que o fundador do Facebook quer dizer.

Imagine um mundo virtual imersivo, onde as pessoas poderão passar seu tempo juntas. A princípio essa descrição nos lembra de jogos digitais como Second Life ou Minecraft. A grande diferença é que esses mundos são isolados, uma pessoa não pode passar do Minecraft para o Second Life e vice-versa. No metaverso qualquer um poderá se mover livremente por esses mundos virtuais

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Ainda há muito por vir, mas já se pode sentir a batalha das empresas de tecnologia para estar na vanguarda desse processo. O Facebook é apenas mais uma delas.

A realidade virtual (VR), por exemplo, será parte essencial na criação de um metaverso, e empresas como o Facebook, a Valve, o Google, a Epic e a NVDIA, estão na vanguarda com suas tecnologias como o Oculus Rift, SteamVR, e outros dispositivos de VR e AR (realidade aumentada).

"Estou plenamente convencido de que o metaverso será uma nova economia muito maior do que a nossa atual economia", afirmou o presidente da fabricante de processadores gráficos Nvidia, Jensen Hang.

Outros esforços podem ser percebidos na luta pela atração e engajamento de novos usuários. O cantor John Legend fez sua turnê virtual, chamada Bigger Love. Graças a tecnologia Wave XR, que cria um avatar virtual da personalidade e permite que seja reproduzida em diferentes plataformas, o concerto foi visto por 500 mil pessoas.

No entanto, nem tudo são flores. A criação do metaverso tem preocupado muitas pessoas e ativistas digitais. Em artigo publicado na Wired, os fundadores da Crucible, empresa que advoga por um metaverso aberto e comunitário, alertam: "Conforme a pandemia nos empurra para a borda do Metaverso, devemos escolher entre o caminho já trilhado de controle corporativo, conflito e abdicação de responsabilidade, ou aquele da verdadeira soberania do usuário com controle individual, representação igual e um futuro conectado que beneficia as pessoas, e não o lucro."

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