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Saúde mental: o que é ansiedade e como tratá-la?

·3 minuto de leitura

É comum ouvir pessoas se autodenominando ansiosas ou comentando que se sentem ansiosas em relação a algum evento ou algum acontecimento. Sentimentos de nervosismo ou empolgação excessiva relacionados a uma situação específica podem ser passageiros e não causar danos à saúde mental e à rotina de quem passa por isso. Mas é preciso atenção: a ansiedade pode se tornar um problema sério e deve ser tratada com o devido cuidado.

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A princípio, a ansiedade é uma emoção relacionada a situações futuras ou abstratas. “É gerada pela ânsia de obter, conseguir e atingir algo que se almeja. Representa uma necessidade provocada por uma falta que causa a sensação de vazio. A pessoa ansiosa projeta a sua atenção para o futuro, para além do seu momento presente. Fica à espera de que algo pode acontecer a qualquer momento, cria uma tensão enquanto aguarda, fica impaciente, inquieta e agitada”, diz o psicoterapeuta Carlos Florêncio.

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Apesar de ser naturalizada por muitas pessoas, que convivem com essa sensação durante anos, a ansiedade é classificada como uma doença da mente humana.

“Além de facilitar a disseminação de outros transtornos mentais, ela causa um enorme sofrimento, colocando o seu portador em extremo estado de apreensão constante”, explica o psicólogo Alexander Bez.

A ansiedade pode ocorrer devido aos mais diversos gatilhos. Pode se iniciar quando a pessoa tem um evento importante à frente, como uma festa ou o primeiro dia num novo emprego, ou em situações em que o medo do futuro vem relacionado a preocupações que extrapolam seu círculo social ou fazem parte de temores mais gerais, como é o caso da pandemia e de uma crise econômica no país, que podem mudar o curso de vida de todos nós e apresentar novas situações com as quais achamos que teremos muitas dificuldades de lidar.

Quando o paciente é tomado por esses sentimentos de preocupação, medo e nervosismo causados pela ansiedade, pode manifestar diversos sintomas. “O corpo pode passar uma constante inquietação - uma sensação interminável de vulnerabilidade”, diz o psicólogo.

“A adrenalina liberada durante esse processo de tensão é devido a sensação de ameaça que desperta os instintos de defesa presente na nossa natureza. O lado mais animal pode prevalecer desencadeando comportamentos agressivos e descontrolados de uma aparente ameaça que supostamente está por vir. O sistema nervoso se altera, o plexo solar ou plexo celíaco acelera, causa aquela sensação de frio na barriga, pressão sanguínea aumenta, faz sentir um aperto no coração, e o estômago fica tenso, porque parece estar digerindo algo que nem ao menos sabe o que é”, complementa o psicoterapeuta.

Além dos sintomas descritos acima, quem sofre de ansiedade também pode passar por momentos de insônia, pensamentos negativos e falta de concentração, coração disparado, tremedeira, aumento de suor e coceiras, só para dar alguns exemplos de sintomas mais frequentes. Cada caso se desenvolve de forma particular.

Para lidar com transtorno de ansiedade, os profissionais indicam que os pacientes busquem ajuda, aprendam a falar sobre seus problemas e a mudar a forma com que se relacionam com o mundo. Tratamento com remédios pode ser indicado em alguns casos, e terapia é recomendada sempre, principalmente em tempos difíceis como os que vivemos.

“Aprenda a não se sobrecarregar, se culpar em demasia, exigir muito com cobranças excessivas. Isso facilita o convívio da pessoa com ela mesma e a tranquiliza. Viva plenamente o seu momento presente, curta a sua realidade e saboreie as suas conquistas. Tente trazer o aprendizado para o momento presente. Caso não consiga resolver sozinho, lembre-se de que nem sempre sabemos de tudo, procure ajuda e invista no seu bem-estar. Nenhuma conquista tem sabor de vitória quando leva a sua saúde com ela”, afirma o psicoterapeuta Carlos Florêncio.

“Busque tranquilidade, aumento da confiança, consciência - essa fase vai passar. Exercícios de relaxamento com expiração e inspiração, auto-reflexão psicológica, atividades das quais gosta e manter o contato social - virtual, nesse instante - pode ajudar, assim como leituras, ver filmes de que gosta e evitar excesso de alimentos como chocolate, que aumentam a ansiedade. E, principalmente, terapia”, aconselha o psicólogo Alexander Bez.

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