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O que causa os arrepios na pele?

O corpo humano é cheio de mistérios, mas você já parou para pensar no que causa os arrepios na pele? Cientistas admitem que ficar com os pelos eriçados não é um efeito muito útil para as pessoas, mas em alguns animais de pelos longos, os arrepios podem ser extremamente úteis.

Segundo um estudo publicado na revista Folia Primatologica, a piloereção (ou seja, o arrepio) serve para afofar o pelo e as penas e formar uma espessa camada de isolamento para proteger o animal em questão, quando este se sente ameaçado. É muito comum acompanhar isso com os cachorros, por exemplo: uma vez com medo ou com raiva, ficam com os pelos bem eriçados.

Muitas outras espécies de mamíferos têm essa mesma resposta ao medo ou agressão, de acordo com o artigo. Mas como os pêlos do corpo humano são escassos, o arrepio não oferece muita vantagem.

De qualquer forma, vale entendermos o que acontece: abaixo da pele estão milhares de pequenos músculos chamados eretores de pelos: um para cada pelo do corpo. Os nervos que envolvem os eretores transmitem sinais elétricos que informam aos músculos quando devem se contrair. Quando isso acontece, os músculos levantam os pelos presos, formando um arrepio.

Estudos buscam entender como os arrepios na pele acontecem (Imagem: KinoMaster/Envato)
Estudos buscam entender como os arrepios na pele acontecem (Imagem: KinoMaster/Envato)

Os cientistas acreditam que essa característica estava presente nos primeiros mamíferos e foi passada para os primatas, permanecendo nos humanos. Os arrepios também invadem nosso corpo quando estamos muito emocionados, e esse tipo de reação provavelmente ocorre quando nosso sistema nervoso entra em ação, conforme estimam os especialistas.

Na prática, o que acontece é que os nervos que envolvem esses músculos não se importam se você está com medo, com raiva ou emocionado: eles estão apenas recebendo uma enxurrada de sinais químicos do cérebro.

Mas existe outra explicação para os arrepios na pele: o estímulo do crescimento de novos pelos. A hipótese vem de um estudo da revista Cell. Os cientistas sugerem que a reação permite que os animais cresçam mais pelos em resposta ao frio.

Fonte: Canaltech

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