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O que é uma VPN e como ela funciona?

·4 min de leitura

Muito se fala sobre conexões VPN e seu importante papel na proteção de dados de empresas, por exemplo. Mas será que a população realmente sabe o que significa este termo, e o que sua implementação realmente traz para seus usuários? É para responder estas dúvidas que preparamos essa matéria, explicando o básico desse tipo de rede e sua importância na segurança de companhias.

VPN significa “Virtual Private Network” (Rede Privada Virtual) e descreve a oportunidade de estabelecer uma conexão de rede protegida ao usar redes públicas. As VPNs criptografam seu tráfego de Internet e disfarçam sua identidade online. Isso dificulta para terceiros rastrear suas atividades online e roubar seus dados. A criptografia ocorre em tempo real.

Além disso, este tipo de conexão permite que usuários acessem conteúdos regionais da web em localizações onde eles, normalmente, não estão disponíveis, a partir do Spoofing de localização da VPN, que faz a rede usar dados de servidores de outros países, efetivamente mudando a localização da máquina, aos olhos da internet.

Como funcionam e que tipo de VPNs existem?

<em>(Imagem: Reprodução/PCMag)</em>
(Imagem: Reprodução/PCMag)

Uma VPN oculta o endereço IP do dispositivo onde está instalada, fazendo com que a rede atue a partir de um servidor remoto. Basicamente, isso significa que quando se navega online com essa conexão, o servidor VPN se tornará a fonte de seus dados, fazendo assim que provedores de internet e terceiros não tenham acesso a quais sites estão sendo acessados, e nem que dados estão sendo baixados, protegendo assim a privacidade do usuário.

Existem muitos tipos diferentes de VPN, mas, para o público em geral, é recomendado focar nos três tipos mais comuns:

  • SSL VPN: Essa VPN é usada para funcionários, remotamente, poderem acessar sistemas de empresas em um ambiente seguro e controlado, diminuindo o risco de invasões virtuais;

  • VPN site-a-site: Esse tipo de VPN sé basicamente uma rede privada destinada a disfarçar intranets privadas, permitindo que os usuários dessas redes seguras acessem recursos mutuamente. Elas são usadas principalmente em empresas de grande porte, e apresentam complexidade em suas implementações;

  • VPN Cliente-a-Provedor: Essa VPN é a mais comum em ambientes domésticos. Basicamente, o usuário deste tipo de conexão não está conectado com o seu provedor de internet, mas sim com seu provedor VPN, disfarçando rastros e criptografando a rede. Além do uso domésticos, pontos com Wi-Fi pública também estão começando a adotar esse tipo, para maior proteção dos usuários.

Além disso, todos os três tipos de VPN devem contar com autenticação de dois fatores, para identificar quem está querendo se conectar nela e assim poder limitar o acesso, caso for alguém desconhecido.

Por que usar uma conexão VPN?

Os provedores de Internet geralmente são os responsáveis por configurar a conexão quando um usuário se conecta à Internet, e, com isso, acabam mantendo rastros das atividades de seus clientes suas atividades por meio de um endereço IP. Além disso, como o tráfego de rede é roteado pelos servidores do provedor, eles também mantêm registros de todas as atividades online.

Essas informações podem ser compartilhadas com anunciantes, polícia, governo e/ou terceiros e, caso os provedores sejam vítimas de ataques cibernéticos, podem ser vazados para o público. Usando uma VPN, os rastros são disfarçados, assim como o registro de tráfego de rede. Essa conexão, por isso, é uma importante opção para proteção de privacidade de usuários. Além disso, essas conexões também podem ser instaladas em smartphones, ajudando a proteger os aparelhos em pontos públicos de Wi-Fi, onde não se sabem quem está checando o trafego de navegação, por exemplo.

Porém, é importante ter em mente que as VPNs não funcionam como soluções antivírus. Embora protejam seu IP e criptografem seu histórico de internet, uma conexão VPN não protege seu computador de intrusões externas. Para fazer isso, você definitivamente deve usar um software antivírus, como o Kaspersky Internet Security. Porque usar uma VPN por si só não o protege de Trojans, vírus, bots ou outros malwares.

Depois do malware entrar no seu dispositivo, ele pode roubar ou danificar seus dados, esteja você executando uma VPN ou não. Portanto, é importante que você use uma VPN junto com um programa antivírus abrangente para garantir a segurança máxima.

Fonte: Canaltech

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