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O que é: Metaverso (e como os criptos entram em cena)

·3 min de leitura

Primeiro passo público dado rumo ao futuro

Gostando ou não de Mark Zuckenberg, fato é que o criador do Facebook colocou o “metaverso” em pauta de uma vez por todas após a apresentação do dia 28 outubro referente ao nascimento da Meta Platforms – novo nome do grupo Facebook Inc.

A ideia do metaverso, entretanto, não é sua exclusividade. Trata-se de um conceito visionário que já perdura por alguns anos, visando levar o contato e a experiência dos usuários de internet e tecnologias derivadas à níveis ainda não alcançados.

Basicamente, a idealizada renovação ocorrerá por meio da criação de um universo virtual 3D e compartilhado, que irá exigir a elaboração de toda uma nova estrutura tecnológica para garanta seu funcionamento pleno em alta demanda seja em tarefas cotidianas, ou em atividades mais complicadas.

As já existentes, mas ainda limitadas ferramentas de realidade virtual aumentada, serão a ponte entre a imersão completa dos usuários e as revolucionárias interfaces, que exigirão o corpo humano e seus sentidos como ferramenta de interação com os futuros sistemas.

Como é de se imaginar, o custo será alto sobretudo no início. Zuckenberg, aliás, espera investir logo de cara mais de US$ 200 milhões para garantir que sua visão do metaverso comece a sair do imaginário.

Muitos ainda duvidam da real motivação por trás da mudança arrojada seja meramente marketing, haja vista as recentes polêmicas vividas pelo CEO da Meta no caso batizado de “Facebook Papers”, por exemplo.

Mas considerando o poderio do grupo no setor de comunicação, tanto do monopólio dos principais sistemas de mensagens quanto nos campos tecnológicos e financeiros, não é nenhum absurdo enxergar o Facebook e seus pares como ferramentas importantes na ambiciosa transição.

Metaverso de braços abertos para os criptoativos

No recorte específico da Meta Platforms, os criptoativos começam sua caminhada no metaverso envolvidos em polêmicas, uma vez que mesmo com pressão contrária vinda do governo dos Estados Unidos, Zuckenberg manteve os testes da Novi – carteira digital do Facebook – na Guatemala e nos próprios EUA.

Já no contexto geral, estão intrissecamente ligados ao novo universo virtual a necessidade de interações em serviços, transferência de dados e movimentações financeiras. Tudo isso com velocidade e liberdade, sem a dependência de terceiros.

Estas necessidades podem ser sanadas pelos criptoativos. Seus funcionamentos atende as necessidades citadas, enquanto ainda proporcionam um ativo próprio (e independente dos intermediários tradicionais) para ser aceito e transacionado dentro do ambiente virtual.

De quebra, a rastreabilidade das movimentações de ativos deixadas nas blockchains funcionariam como mais uma etapa de validação e segurança neste contexto.

Outra ala dos criptos que já vem ganhando intenso destaque e teria muito mais ainda a revelar no metaverso são os NFTs, ou tokens não-fungíveis.

Já no contexto atual, os tokens são capazes de levar ao âmbito virtual elementos do “mundo real”, sendo eles originalmente tangíveis ou não. Mas os NFTs contemplam também registros de sua posse, o que garantiria aos usuários a proteção do elemento obtido, assim como a garantia exclusiva de seu uso dentro do metaverso.

Com tanta proximidade, era natural que os reflexos já fossem sentidos positivamente nos preços de criptoativos que giram em torno destas necessidades da realidade virtual.

Capitaneadas por moedas dos projetos Decentraland (MANA)The Sandbox (SAND)Illuvium (ILUV),  e Axie Infinity (AXS), a alta coletiva dos inovadores sistemas  – cujas funções variam de descentralização financeira/informacional à jogos e entretenimento – valorizaram coletivamente quase 14%.

E esse é só o começo da promissora relação entre criptoativos e o metaverso. Daqui em diante, acostumem-se a ver moedas digitais dessa natureza ganhando espaço considerável em carteiras e portifólios mundo à fora.

 

This article was originally posted on FX Empire

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