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O plano da ONU para enfrentar as crises da biodiversidade e do clima

·2 minuto de leitura

Em 2020, o planeta Terra teve o ano mais quente da história. Os reflexos da crise do clima são conhecidos, urgentes e complementares aos desafios provocados pela extinção ou redução expressiva da população de espécies de plantas e animais, que dão vida aos mais diferentes ecossistemas. As chamadas crises do clima e da biodiversidade, causadas pela ação humana, alimentam uma à outra. E a solução para esses dois grandes impasses também precisa ser tratada de forma conjunta. Esse é o alerta de um relatório, divulgado na quinta-feira, que uniu, pela primeira vez, os dois principais comitês científicos ambientais do mundo. O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, o IPCC, e a Plataforma Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços Ecossitêmicos (PIBSE). Por trás desse documento, está a direção que será adotada daqui para frente nos grandes debates mundiais sobre a sobrevivência da espécie humana e do planeta Terra. Os cientistas dos dois comitês ligados à ONU apontaram cinco recomendações, como frear a degradação de novas áreas com ecossistemas ricos na diversidade de espécies; restaurar a vegetação nativa nessas áreas que já foram destruídas e ampliar a adoção de práticas agrícolas sustentáveis. O grupo também defende a eliminação de subsídios para atividades prejudiciais à biodiversidade e a ampliação do número de áreas de proteção, que já existem em grande quantidade no Brasil. Por fim, o relatório desestimula práticas como o reflorestamento de ecossistemas que antes não eram ocupados por florestas, e a ampliação de áreas de monocultura, como a cana-de-açúcar e a soja. No Ao Ponto desta sexta-feira, o economista Bernardo Strassburg, professor da PUC-Rio e diretor-executivo do Instituto Internacional para Sustentabilidade, explica como já se pode perceber os impactos, inclusive econômicos, da eliminação de espécies da biodiversidade. Ele ainda conta como esse relatório será usado nos debates das cúpulas do clima e da biodiversidade, previstas para o segundo semestre deste ano.

Publicado de segunda a sexta-feira, às 6h, nas principais plataformas de podcast e no site do GLOBO, o Ao Ponto é apresentado pelos jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, sempre abordando acontecimentos relevantes do dia. O episódio também pode ser ouvido na página de Podcasts do GLOBO. Você pode seguir a gente em Spotify, iTunes, Deezer. .

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