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O GLOBO vence categoria Fotografia do 43° Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos

·2 min de leitura

RIO — A foto "Grito do Subúrbio", do fotógrafo Brenno Carvalho, de O GLOBO, foi eleita vencedora da categoria Fotografia do 43° Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. A imagem, publicada na edição de 5 de março, retrata o desespero de uma passageira imprensada contra a porta de um veículo do BRT, na superlotada estação Mato Alto, na Zona Oeste do Rio.

O drama dos passageiros que enfrentam a precaridade do transporte público quase sempre lotado durante o período mais crítico pandemia de Covid-19 foi acompanhado pelos fotógrafos e repórteres de O GLOBO. No sistema BRT da Zona Oeste do Rio, Brenno Carvalho viu cenas bem diferentes dos protocolos indicados pela ciência para o isolamento social. Ele diz que fez a imagem movido pela empatia:

— Eu tenho uma relação grande com transporte lotado, o tema é muito íntimo para mim, porque também passei por isso. Na Pandemia a situação ficou ainda mais complicada. Isso me ajudou a entender o que aquelas pessoas estavam passando, é como se eu tivesse gritando junto com aquela passageira.

Apesar de encorajado do potencial da imagem que registrou, depois de vê-la na capa de O GLOBO, Brenno Carvalho diz que ficou surpreso com a premiação.

— A gente tenta sempre no dia a dia o melhor, ma nunca sabemos o que pode sair. O prêmio é uma coisa que a gente almeja, mas não é algo que delimita o nosso cotidiano de trabalho — conta.

O Prêmio Vladimir Herzog considera as mais significativas distinções jornalísticas do país, tem abrangência nacional e reconhece, ano a ano, trabalhos que valorizam a Democracia e os Direitos Humanos. No ano passado, O GLOBO venceu em duas categorias. O trabalho 'Durante crise da Covid-19, mais de 30% dos óbitos ocorrem em casa em Manaus', de Yan Boechat, foi o vencedor na categoria fotografia e o repórter Tiago Rogero, em parceria com Victor Rodrigues Dias e Felipe Kneipp, venceu em Áudio com o trabalho 'As histórias de Mercedes Baptista, Consuelo Rios, Bethania Gomes e Ingrid Silva', quatro bailarinas negras que superaram o racismo para chegar à elite do mundo da dança.

O Prêmio Vladimir Herzog é promovido e organizado por uma comissão constituída pela Federação Nacional dos Jornalistas; Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo; Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo; Associação Brasileira de Imprensa; Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo; Periferia em Movimento; Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo; Instituto Vladimir Herzog; Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo; Conectas Direitos Humanos; Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo e Sociedade Brasileira dos Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

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