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São Paulo saiu do pesadelo para o despertar tardio ao título brasileiro

Alexandre Praetzel
·1 minuto de leitura
Luciano jogador comemora seu gol durante partida contra o Grêmio (Pedro H. Tesch/AGIF)

O São Paulo ainda tem chances matemáticas de conquistar o título brasileiro. Precisa vencer Palmeiras, Botafogo e Flamengo e torcer para que Fla e Inter empatem o confronto direto e o Inter perca para o Corinthians, na última rodada. Se o Inter empatar com o Corinthians, o desempate vai para o saldo de gols, onde hoje o Inter tem 27 contra 18 do tricolor.

Claro que é muito difícil que isso aconteça, mas a vitória de virada sobre o Grêmio mostrou algo que poderia ter sido feito na era Fernando Diniz. Time mais intenso e com chegada mais rápida na frente, evitando toques burocráticos e sem ofensividade. O primeiro gol veio num chute de fora da área de Tchê Tchê, um dos poucos jogadores que chutam, ao lado de Luciano. Até a presença de Gonzalo Carneiro trouxe uma ideia diferente, mesmo com suas limitações técnicas.

A temporada 2020 ficará marcada na história são-paulina como a mais complicada para digerir. Afinal, o São Paulo era badaladíssimo no dia 26 de dezembro, quando bateu o Fluminense no Maracanã e chegou a 56 pontos, sete distante do segundo colocado. Cinquenta dias depois, o SP viveu pesadelos diários, com troca de treinador e mudança de diretoria. Vizolli assumiu como interino e a equipe faz cálculos e torce por combinações de resultados. Era a hora do São Paulo sair da fila, mas parece que ficará mais um ano assistindo as comemorações dos adversários.

O Brasileiro estava na mão, mas escorregou outra vez. Ainda dá, só que o despertar dos sonhos aconteceu tarde demais. Crespo vem aí, para tentar não ser mais do mesmo em relação a ganhar título.