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O céu não é o limite | Impacto em Júpiter, foto da Terra vista do espaço e mais!

·5 minuto de leitura

No "resumão" astronômico desta semana, você confere algumas imagens incríveis, como um asteroide colidindo em Júpiter, o céu noturno da Terra fotografado da Estação Espacial Internacional, e o primeiro voo 100% civil da história, realizado pela SpaceX.

Confira abaixo essas notícias e outros estudos fascinantes!

Brasileiro registra possível impacto em Júpiter

O astrônomo amador José Luis Pereira conseguiu um registro raro: um impacto de objeto espacial em Júpiter. Desde 1994, apenas sete foram observados, mas o brasileiro parece ter capturado as imagens no momento exato, às 19h39 (horário de Brasília) do dia 13 de setembro.

Para o registro, José Luis procurou por pontos luminosos no gigante gasoso através do programa DeTeCt, uma plataforma gratuita usada para verificar eventos como esse tipo de impacto. Ainda serão realizadas novas análises para confirmar a natureza do ponto luminoso, e astrônomos amadores também podem participar do processo, analisando qualquer vídeo ou imagem registrados em até 5 minutos após o possível impacto.

Foto impressionante da Terra tirada na ISS

(Imagem: Reprodução/ESA/NASA/T. Pesquet)
(Imagem: Reprodução/ESA/NASA/T. Pesquet)

A imagem que você acabou de ver foi "clicada" pelo astronauta Thomas Pesquet, da Agência Espacial Europeia (ESA), que está a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS). Estrelas disputam a atenção com as luzes da Terra, separadas do espaço pela tênue luminescência da atmosfera.

Essa faixa laranja é resultado das moléculas atmosféricas em constante atividade. Elas se separam durante o dia devido à ação da radiação solar e se recombinam, liberando o excesso de energia em fótons. Quando isso ocorre na camada mais externa, obtemos tons de azul e verde, graças ao oxigênio e nitrogênio. Já a camada avermelhada é mais interna e contém sódio.

SpaceX lança missão 100% composta por civis, confira as imagens

(Imagem: Reprodução/SpaceX)
(Imagem: Reprodução/SpaceX)

A SpaceX realizou a primeira viagem espacial da história a levar apenas civis a bordo da Crew Dragon, sem nenhum astronauta profissional para acompanhar. Os surtudos passageiros ficarão no espaço por três dias, tempo o suficiente para dar algumas voltas ao redor da Terra.

O objetivo principal da missão Inspiration4 é arrecadar alguns milhões de dólares para o St. Jude Children's Research Hospital, uma iniciativa de Jared Isaacman, idealizador da missão. Ele doou US$ 100 milhões à campanha e, com isso, "comprou" os assentos da nave para levar pessoas comuns para viajar ao seu lado.

Lançada na quinta-feira (16), a nave tripulada permaneceu em órbita terrestre durante toda a sexta-feira, voltando apenas no sábado. Algumas pesquisas serão realizadas para verificar os efeitos dos voos espaciais no corpo humano e, claro, algumas imagens da aventura espacial já foram compartilhadas.

Luas de exoplanetas podem nos ajudar a encontrar "irmãos habitáveis" da Terra

(Imagem: Reprodução/ALMA/ESO/NAOJ/NRAO/Benisty)
(Imagem: Reprodução/ALMA/ESO/NAOJ/NRAO/Benisty)

Os cientistas estão procurando por mundos habitáveis e, para isso, contam com duas descobertas recentes: a de que a Lua pode ter sido importante no processo de formação da vida na Terra e a detecção de um planeta recém-formado com uma lua em processo de formação. Se for possível estimar a longevidade das luas de planetas distantes, pode ser mais fácil determinar se estes mundos podem abrigar a vida ou não.

Para encontrar pequenas luas em sistemas estelares afastados, os pesquisadores usaram o método de variação de tempo de trânsito (TTV) em Alpha Centauri. Essa técnica pode detectar uma alteração no tempo de escurecimento da luz da estrela enquanto o planeta passa à frente dela, caso ela tenha uma lua.

Observatório ALMA agora é capaz de observar a "infância" do universo

(Imagem: Reprodução/ESO/B. Tafreshi)
(Imagem: Reprodução/ESO/B. Tafreshi)

Novos receptores do radiotelescópio Atacama Large Millimeter/sub-millimeter Array (ALMA) estão chegando para permitir aos astrônomos uma visão do início do universo. O novo conjunto capta ondas de rádio com comprimentos entre 6 e 8,5 mm, o que permitirá aos astrônomos observar o universo primordial e desvendar como os planetas se formam.

Com essa nova faixa de comprimentos de onda, os cientistas podrão estudar dois alvos científicos: a época da reionização, que foi quando as primeiras estrelas se formaram e encheram o cosmos com radiação de alta energia, e os grãos de poeira em regiões de formação de estrelas e discos protoplanetários.

Energia escura pode ter sido observada em detector de matéria escura

(Imagem: Reprodução/The Xenon Collaboration)
(Imagem: Reprodução/The Xenon Collaboration)

Um experimento realizado em 2020 em um detector de matéria escura pode ter encontrado, na verdade, energia escura. As duas coisas são teoricamente bem diferentes, mas não se sabe quase nada sobre nenhuma delas, então uma pequena confusão como essa não é exatamente uma surpresa, embora seja inusitado.

O detector foi projetado para encontrar partículas hipotéticas da matéria escura chamadas WIMPs, mas um novo estudo mostra que, talvez, outro tipo de partícula hipotética foi detectada: as partículas camaleão. Elas foram propostas em uma das hipóteses que tentam explicar a energia escura — a força por trás da expansão acelerada do universo.

China lança primeiro lote de dados que investigam a matéria escura

(Imagem: Reprodução/T. Linden/Univ. of Chicago)
(Imagem: Reprodução/T. Linden/Univ. of Chicago)

Após cinco anos desde o início da coleta de dados da missão Dark Matter Particle Explorer (DAMPE), um observatório orbital de raios gama que detecta elétrons de alta energia, a China finalmente divulga o primeiro lote de dados coletados pelo instrumento. O objetivo: encontrar pistas das partículas WIMPs, que supostamente compõem a matéria escura do universo.

Desde o lançado em 2015, o DAMPE conseguiu cerca de 10,7 bilhões de detecções de raios cósmicos de alta energia. Entre eles, estão as medições altamente precisas de elétrons de raios cósmicos, prótons e núcleos de hélio, acima de trilhões de elétron-volts de energia, além de 99.864 análises de fótons gama. Esse estudo é útil porque a WIMPS foi proposta para explicar uma grande quantidade de raios gama no centro da Via Láctea, descoberta em 2009. Alguns cientistas suspeitam que a responsável por esse excesso de fótons gama seja a matéria escura.

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Fonte: Canaltech

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