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O céu (não) é o limite | Nova força fundamental na física, asteroide perto e +

Patrícia Gnipper
·5 minuto de leitura

Mais um sábado chega ao fim, e isso significa não apenas o encerramento de mais uma semana, como também que chegou a hora de ficar por dentro das notícias espaciais mais importantes dos últimos sete dias. Afinal, já é tradição aqui no Canaltech: quem não tem o tempo que gostaria para se manter bem informado ao longo dos dias, pode contar com nosso "resumão" de fim de semana para isso!

Vamos lá?

Nova força fundamental da natureza?

(Imagem: Reprodução/Schooled by Science)
(Imagem: Reprodução/Schooled by Science)

Uma equipe de cientistas está "cautelosamente otimista" sobre possíveis evidências de uma nova partícula fundamental. Se a descoberta for comprovada, talvez possamos finalmente contemplar a descoberta que os físicos têm buscado por décadas: um novo e mais completo modelo para a física das partículas.

Clique aqui para entender tudo sobre isso.

O maior asteroide do ano

O asteroide 2001 FO32 aparece no centro da imagem, indicado pela seta. Estava a cerca de 2,5 milhões de km de distância da Terra (Imagem: Reprodução/Virtual Telescope Project/Gianluca Masi)
O asteroide 2001 FO32 aparece no centro da imagem, indicado pela seta. Estava a cerca de 2,5 milhões de km de distância da Terra (Imagem: Reprodução/Virtual Telescope Project/Gianluca Masi)

Na tarde do último domingo (21), o asteroide (231937) 2001 FO32 atingiu seu ponto mais próximo à Terra, passando a uma distância aproximada de 2 milhões de km — o equivalente a cinco vezes a distância do nosso planeta até a Lua. Este é o maior asteroide que passará por nossa vizinhança em todo o ano de 2021.

Embora classificado como potencialmente perigoso, o objeto não apresentou nenhum risco para nós — e o pessoal do Virtual Telescope Project fotografou sua passagem quando ele já estava se distanciando, a cerca de 2,5 milhões de km de distância daqui.

Para saber mais sobre isso, é só clicar aqui.

Explicando as "aranhas" de Marte

Imagem feita durante o inverno no polo sul de Marte, com as "aranhas" se formando na cobertura de dióxido de carbono congelado (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona)
Imagem feita durante o inverno no polo sul de Marte, com as "aranhas" se formando na cobertura de dióxido de carbono congelado (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona)

Nas regiões polares de Marte, é possível ver algumas cavidades ramificadas, cujos "braços" lembram até o formato do corpo das aranhas. Agora, pesquisadores levantaram as primeiras evidências que podem explicar essas formações curiosas: talvez, elas venham da sublimação do dióxido de carbono congelado.

As "aranhas" marcianas são sistemas topográficos que se ramificam e resultam em padrões que lembram galhos de árvores ou até raios. Essas formações, que não são encontradas na Terra, podem ter sido formadas a partir do gelo mudando direto do estado sólido para o gasoso durante a primavera do planeta.

Clique aqui para saber mais sobre isso.

Helicóptero Ingenuity voará em breve

O Ingenuity está pronto para ser liberado da "barriga" do rover Perseverance, alçando voo pela primeira vez em Marte. Uma série de testes e checagens acontecerão primeiro, claro, mas a NASA já revelou que está de olho no início de abril para esse voo inaugural — provavelmente no dia 8, ou logo depois disso.

Seu objetivo não será exatamente científico. O propósito do Ingenuity é testar novas tecnologias de voo autônomo em outro planeta. Caso ele se saia bem nessa missão, a exploração espacial poderá contar com novas maneiras de explorar outros mundos para além da exploração da superfície que já é muito bem feita com rovers — estamos falando de um "robô" voador, claro.

Clicando aqui, você encontra mais detalhes sobre isso.

Chang'e 5 começa a estudar o Sol

Arte da sonda Chang'e 5 (Imagem: Reprodução/Xinhua/Jin Liwang)
Arte da sonda Chang'e 5 (Imagem: Reprodução/Xinhua/Jin Liwang)

O orbitador da missão chinesa Chang'e 5 (aquela que trouxe amostras da Lua para a Terra) segue na ativa e, agora, já se posicionou no Ponto de Lagrange 1 (L1), uma área específica e gravitacionalmente estável entre a Terra e o Sol. Com isso, a sonda poderá estudar a nossa estrela sem precisar ir muito longe de onde estava até então.

A sonda realizará uma série de testes e observações do Sol enquanto estiver por ali, mas pode ser que o tempo em órbita solar não seja muito longo, pois os controladores da missão podem escolher, em breve, novos objetivos para a sonda.

Neste link você lê mais a respeito.

"Nova" estrela aparece na constelação de Cassiopeia

Nova N Cas 2021, registrada no dia 19 de março (Imagem: Reprodução/T. Noguchi)
Nova N Cas 2021, registrada no dia 19 de março (Imagem: Reprodução/T. Noguchi)

Uma "nova" foi detectada na constelação de Cassiopeia, no hemisfério celestial Norte, por um astrônomo amador. Novas são caracterizadas pelo grande aumento repentino em seu brilho e, ao contrário de uma supernova, ela continua brilhando após este pico, mas com magnitude bem reduzida. A nova foi chamada de N Cas 2021, a primeira deste ano em Cassiopeia, e é esperado que seu brilho diminua gradualmente ao longo das próximas oito semanas.

As novas ocorrem, normalmente, quando uma anã branca passa a orbitar uma estrela de sequência principal (que ainda está fundindo hidrogênio em seu núcleo), então começa a atrair o material da estrela para si. O hidrogênio da estrela se concentra em torno da anã branca e, ao se comprimir, inflama em um processo de combustão descontrolado — e é daí que surge o brilho repentino da nova observada.

Quer saber mais sobre as novas? Clique aqui!

TESS já encontrou mais de 2 mil possíveis exoplanetas

(Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)
(Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

O telescópio espacial TESS, lançado em 2018, já trouxe evidências de 2.241 possíveis exoplanetas desde que iniciou sua missão. Esses candidatos orbitam estrelas brilhantes e próximas, sendo que centenas deles são planetas “menores” e, possivelmente, muitos são rochosos e com algumas características parecidas com a Terra.

O TESS opera em uma grande órbita entre a Terra e a Lua, e a cada mês ele se volta para uma grande porção de estrelas para observá-las atentamente, em busca de alguma redução no brilho delas, que pode indicar o trânsito planetário ocorrendo por ali.

Clicando aqui, você lê mais sobre essa missão.

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Fonte: Canaltech

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