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O céu (não) é o limite | "Cauda" da Lua, Meteoro nos EUA e muito mais!

Patrícia Gnipper
·5 minuto de leitura

"Sabadou"! Com o fim de mais uma semana, chega mais um resumo do Canaltech com as principais notícias espaciais dos últimos sete dias. Assim, se o seu dia a dia é corrido e você não tem tempo para acompanhar o noticiário como gostaria, aqui você fica por dentro do que mais importa, em poucos minutos.

Vamos lá?

O que estaria formando uma "cauda" na Lua?

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14 anos depois, pesquisadores enfim descobrem por que a nossa Lua tem uma "cauda", mais ou menos como cometas — só que invisível a olho nu. A equipe propôs que o fenômeno seja causado como consequência de impactos de objetos espaciais em nosso satélite natural.

Quando essas rochas atingem a Lua, o impacto faz com que átomos de sódio sejam levados à órbita, onde colidem com fótons vindos do Sol. Então, isso forma uma estrutura semelhante a uma cauda — que, neste caso da Lua, é bastante difusa, sem risco de partículas chegarem à Terra.

Mais explicações sobre essa descoberta você encontra aqui.

Poderoso meteoro no céu dos EUA

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No estado de Vermont, moradores se assustaram com um estrondo intenso junto a uma vibração tão forte que foi sentida em forma de tremores pelo corpo. Tudo isso foi resultado da entrada de um objeto espacial na atmosfera da Terra, que se mostrou um meteoro poderoso — movendo-se a uma velocidade de 19 km/s, a rocha se rompeu com energia equivalente à de 200 kg de TNT!

Saiba mais; clique aqui.

"Percy" faz primeiras análises em Marte

Alta capacidade de zoom da SuperCam revela detalhes na rocha "Máaz", que significa "Marte" em Navajo (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)
Alta capacidade de zoom da SuperCam revela detalhes na rocha "Máaz", que significa "Marte" em Navajo (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

A SuperCam do rover Peseverance já iniciou suas atividades científicas, revelando as capacidades de seu sensor infravermelho e de seu espectrômetro. O primeiro se chama VIRIS, responsável por coletar a luz do Sol para estudar o conteúdo mineral de rochas e sedimentos; já o segundo se chama Raman, que lança um laser verde para aquecer as ligações químicas e, a partir daí, consegue fornecer informações sobre a composição do material observado.

Clicando aqui, você encontra mais informações sobre isso.

E, além de dar o start em sua câmera, o Perseverance também já gravou seus primeiros sons de Marte — em especial o som de ventos marcianos e dos "estalos" gerados pelo laser ao atingir uma rocha. Ouça!

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NASA · Perseverance Rover’s SuperCam Records Wind on Mars

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NASA · First Acoustic Recording of Laser Shots on Mars

Clique aqui para saber mais sobre as gravações do rover.

Desvendando uma misteriosa nuvem avistada em Marte

Imagem da nuvem feita em julho de 2020 (Imagem: Reprodução/ESA/GCP/UPV/EHU Bilbao)
Imagem da nuvem feita em julho de 2020 (Imagem: Reprodução/ESA/GCP/UPV/EHU Bilbao)

Em 2018, a sonda Mars Express flagrou nuvens longas e finas em Marte, o que intrigou a muita gente. Agora, cientistas descobriram que essas nuvens sazonais (que voltaram a aparecer no ano passado) eram compostas por partículas de gelo.

Quando a primavera chega ao sul de Marte, ela traz consigo a tal nuvem misteriosa que emerge próxima a um vulcão, sendo composta por água congelada. A nuvem se estende por alguns quilômetros e então desaparece dentro de algumas horas.

Ficou curioso? Clique aqui para saber mais.

Foto do maior asteroide que passará por nós em 2021

O asteroide está destacado com uma seta na imagem acima (Imagem: Reprodução/The Virtual Telescope Project)
O asteroide está destacado com uma seta na imagem acima (Imagem: Reprodução/The Virtual Telescope Project)

No dia 21 de março, o maior asteroide previsto para nos "visitar" neste ano fará sua aproximação com a Terra. O objeto (231937) 2001 FO32 tem diâmetro estimado de 0,8 a 1,7 km, mas, ainda que seja listado como potencialmente perigoso, não será desta vez que apresentará algum risco ao nosso planeta.

E quando ele estava a cerca de 32 milhões de km da Terra, o asteroide foi registrado pelas lentes do The Virtual Telescope Project, aparecendo como um minúsculo pontinho branco em meio às estrelas.

Saiba mais sobre esse registro; clique aqui.

Divulgadas as primeiras imagens do satélite brasileiro Amazonia-1

Imagem do rio São Francisco em cores verdadeiras, feita pelo Amazonia-1 (Imagem: Reprodução/Inpe)
Imagem do rio São Francisco em cores verdadeiras, feita pelo Amazonia-1 (Imagem: Reprodução/Inpe)

Ainda em fase de testes, o satélite 100% brasileiro já divulgou suas primeiras fotos da Terra. Ele foi lançado em fevereiro justamente para observar nosso planeta, em especial monitorar o desmatamento da região amazônica.

Clique aqui para ver mais fotos!

Este exoplaneta perdeu sua atmosfera, aí criou uma nova

Representação do exoplaneta, com sua estrela ao fundo (Imagem: Reprodução/Dana Berry/Skyworks Digital/CfA)
Representação do exoplaneta, com sua estrela ao fundo (Imagem: Reprodução/Dana Berry/Skyworks Digital/CfA)

O planeta rochoso GJ 1132 b foi identificado em 2018 e, dois anos depois, cientistas descobriram uma atmosfera ao seu redor. Agora, usando o telescópio espacial Hubble, astrônomos descobriram evidências de atividade vulcânica por lá, que teria sido responsável por gerar uma segunda atmosfera, na verdade.

No início, o GJ 1132 b parece ter sido um planeta gasoso, envolvido por uma fina camada de atmosfera de hidrogênio e hélio. Essa característica lhe rendeu o título de “sub-Netuno”, por ter algumas vezes o raio do nosso planeta. Com o tempo, ele acabou perdendo essa atmosfera primordial devido à ação da radiação intensa emitida pela estrela que orbita e, no fim, o planeta gasoso foi reduzido a um núcleo puro, quase com o tamanho da Terra, tornando-se, então, um mundo rochoso com tamanho e densidade equivalentes ao que temos em nosso planeta.

Aí, chega o Hubble mostrando que está surgindo por ali uma atmosfera secundária, substituindo aquela perdida antigamente.

Clicando aqui, você lê mais a respeito.

Leia também:

Fonte: Canaltech

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