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O céu não é o limite! | Observações do JWST, gelo em Marte, buracos negros e+!

Se o telescópio James Webb está surpreendendo alguns astrônomos com seus resultados, outros estão ficando intrigados, no mínimo. As galáxias mais distantes encontradas pelo instrumentos podem, na verdade, estar muito mais perto do que se imagina. Um pesquisador explicou como elas estariam confundindo seus colegas, e você confere isso logo abaixo.

Outras notícias que foram destaques da semana incluem um penhasco com gelo exposto em Marte, buracos negros supermassivos prestes a se chocar e muito mais.

James Webb está intrigando astrônomos

Representação artística do James Webb (Imagem: Reprodução/Northrop Grumman/NASA)
Representação artística do James Webb (Imagem: Reprodução/Northrop Grumman/NASA)

Algumas medições de galáxias distantes feitas com base nos dados do telescópio James Webb estão deixando os astrônomos confusos. Ele está observando objetos jamais vistos antes, localizados a distâncias pra lá de... distantes.

Garth Illingworth, astrônomo da Universidade da Califórnia, é um dos que acham que essas descobertas estão fora das previsões dos modelos. Ele questiona como galáxias se formaram em universo tão primordial, e suspeita que elas podem, na verdade, ser galáxias mais próximas com alta quantidade de poeira. Essa poeira poderia absorver a luz azul, levando a cálculos errados de suas distâncias. Por enquanto, esse mistério permanece em aberto.

Penhasco coberto de gelo em Marte

O penhasco marciano com gelo teria algumas dezenas de milhões de anos (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech/UArizona)
O penhasco marciano com gelo teria algumas dezenas de milhões de anos (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech/UArizona)

Uma nova foto da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) revelou um penhasco se projetando, coberto por gelo exposto. Isso só é possível porque há menos incidência de radiação solar na região em que o penhasco se encontra, mantendo assim a água em estado sólido.

A equipe ainda não sabe exatamente o tempo que levou para o gelo ser acumulado ali, mas as faixas sugerem camadas de gelo que se formaram em condições climáticas diferentes.

Colisão entre buracos negros supermassivos daqui a 3 anos

Buracos negros em órbita próxima estão destinados a colidir (Imagem: Reprodução/NASA/Dana Berry)
Buracos negros em órbita próxima estão destinados a colidir (Imagem: Reprodução/NASA/Dana Berry)

Uma galáxia chamada SDSS J1430+2303, relativamente próxima da Via Láctea (cerca de um bilhão de anos-luz de distância) parece ter um sistema binário de buracos negros supermassivos em seu núcleo. Segundo um novo estudo, eles podem se chocar daqui a três anos, o que é um intervalo de tempo quase insignificante em escala cósmica.

A massa combinada dos dois buracos negros no centro de SDSS J1430+2303 seria de 200 milhões de sóis, e ambos orbitam entre si a uma distância muito próxima. Isso é de grande interesse dos cientistas, pois nunca foi possível acompanhar um evento cataclísmico como esse.

Astrônomos procuram falhas na teoria de Einstein, e não encontram

Proporção da quantidade de matéria escura e de energia escura no universo (Imagem: Reprodução/Mohamed Abdullah/UC Riverside)
Proporção da quantidade de matéria escura e de energia escura no universo (Imagem: Reprodução/Mohamed Abdullah/UC Riverside)

Os cientistas costumam procurar por falhas ou lacunas na Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein para decifrar mistérios que ainda não puderam ser decifrados. Um deles é a energia escura, responsável pela expansão acelerada do universo, que afasta as galáxias cada vez mais. Como isso ocorre se a gravidade deveria atrair os objetos?

Nesse teste, um grupo de pesquisadores mediu mais de 100 lentes gravitacionais, na esperança de encontrar algum desvio das previsões de Einstein. O resultado, como você já deve ter percebido, foi negativo. Einstein estava certo de novo. Mas os físicos não desistirão tão cedo, principalmente com os próximos detectores de ondas gravitacionais.

Primeira missão privada a Vênus

Representação da sonda da missão da Rocket Lab a Vênus (Imagem: Reprodução/Rocket Lab)
Representação da sonda da missão da Rocket Lab a Vênus (Imagem: Reprodução/Rocket Lab)

A Rocket Lab está desenvolvendo uma missão com destino a Vênus, com previsão de lançamento em maio de 2023. Se tudo der certo, será a primeira missão comercial já enviada ao planeta vizinho.

O objetivo é levar uma sonda com cerca de 20 kg, equipada com um escudo térmico para protegê-la das temperaturas altas e um instrumento que estudará as nuvens do planeta com um nefelômetro ultravioleta, em busca de partículas orgânicas na atmosfera venusiana.

Três milhões de estrelas identificadas no centro da Via Láctea

A região Sagitarius B1, onde uma equipe de cientistas identificou três milhões de estrelas (Imagem: Reprodução/F. Nogueras-Lara et al. /MPIA)
A região Sagitarius B1, onde uma equipe de cientistas identificou três milhões de estrelas (Imagem: Reprodução/F. Nogueras-Lara et al. /MPIA)

Um grupo de cientistas identificou e mapeou mais de 3 milhões de estrelas individuais no núcleo galáctico, em uma região chamada Sagitário B1. São estrelas muito jovens ionizando o gás circundante, ou seja, arrancando os elétrons de gases como o hidrogênio.

A maioria delas se formou não em aglomerados massivos, mas em grupos de estrelas livres gravitacionalmente entre si, percorrendo o mesmo trajeto. Os pesquisadores sugerem que a formação de estrelas começou na região mais interna do centro e depois elas se espalharam para as regiões externas.

"Posto de gasolina" espacial para 2025

A startup Orbit Fab está desenvolvendo um sistema de abastecimento no espaço, na órbita terrestre, e pretende colocar o plano em ação a partir de 2025. A ideia é cobrar US$ 20 milhões para até 100 kg de combustível para satélites, no caso Hidrazina.

Esta é a primeira vez que a empresa estabeleceu um preço para o combustível, daí a importância do anúncio, que ajudará possíveis clientes a entender melhor como funcionará a economia do abastecimento.

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Fonte: Canaltech

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